Feliz aniversário, Chuck Norris!

Pois é, hoje, quem diria, o homem mais pode­roso do mundo está com­ple­tando 70 anos! (lembre-se de que um ano de Chuck Nor­ris equi­vale a 7 anos em idade de gente)

Como diz o artigo do Yahoo “ele acaba de fazer 70, mas ainda pode te que­brar”. :-)

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Fedora: estabilidade ou inovação?

De tem­pos em tem­pos o Pro­jeto Fedora se agita devido a algum acon­te­ci­mento que leva a intenso debate e até a alguns ânimos exal­ta­dos no calor da dis­cus­são. O mais recente tópico, que afeta diver­sos aspec­tos da dis­tro e atinge for­te­mente o usuá­rio final é a “esta­bi­li­dade” do Fedora.

Toda a dis­cus­são foi cata­li­sada por uma reu­nião onde o FESCo mostrou-se incli­nado a não mais per­mi­tir que man­te­ne­do­res de paco­tes envi­as­sem softwa­res dire­ta­mente para o repo­si­tó­rio “sta­ble”.

Nesse ponto, alguma expli­ca­ção torna-se neces­sá­ria: quando você é man­te­ne­dor de um soft­ware, logo após enviá-lo para os repo­si­tó­rios, a sua res­pon­sa­bi­li­dade é usar o soft­ware Bodhi para clas­si­fi­car esse pacote como uma “melho­ria”, uma “cor­re­ção de bug” ou uma “atu­a­li­za­ção de segu­rança”, além de, claro, deci­dir se o pacote é está­vel ou se vai ficar algu­mas sema­nas de molho no “tes­ting”. Mui­tos man­te­ne­do­res, entre­tanto, por não man­te­rem paco­tes crí­ti­cos, cos­tu­mam enviar os paco­tes dire­ta­mente para o repo­si­tó­rio “sta­ble” (eu mesmo já o fiz diver­sas vezes e, como meus paco­tes não são crí­ti­cos, só mando para tes­ting quando a ver­são é alfa ou beta).

A incli­na­ção do FESCo gerou uma thread de quase 500 men­sa­gens e diver­sos des­do­bra­men­tos, mui­tos deles extre­ma­mente deli­ca­dos, como o bom senso dos empa­co­ta­do­res, a arbi­tra­ri­e­dade das deci­sões e, claro, se usar sem­pre os softwa­res mais moder­nos é mesmo o com­pro­misso do Fedora.

De fato, come­cei este post na inten­ção de focar este ponto: qual Fedora você pre­fere? Um Fedora mais con­ser­va­dor ou um Fedora mais ousado?

Tenha em mente que um Fedora mais con­ser­va­dor vai usar softwa­res que pas­sa­ram por um período mais longo de tes­tes mas que isso tam­bém sig­ni­fica que será pre­ciso espe­rar até o pró­ximo Fedora para usar aquele KDE novo e que mesmo atu­a­li­za­ções meno­res podem levar sema­nas. Por outro lado, um Fedora que sem­pre está na crista da onda con­ti­nu­a­ria a for­ne­cer as ver­sões mais recen­tes do KDE e de outros softwa­res, mesmo sabendo que a natu­reza ino­va­tiva traz diver­sos ris­cos de estabilidade.

O que eu, par­ti­cu­lar­mente, sugeri foi que incen­ti­vás­se­mos nos­sos usuá­rios a ati­va­rem o repo­si­tó­rio “tes­ting” como uma opção de pós-instalação, algo do tipo “esco­lha seu per­fil: ino­va­dor ou conservador”.

Esta dis­cus­são pode e vai, de fato, esta­be­le­cer como o Fedora será muito em breve.

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Qual Fedora você prefere?

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Lançamento do Fedora 13 Alfa é adiado

O lan­ça­mento do Fedora 13 Alfa foi adi­ado em uma semana.

Ao con­trá­rio do que se espe­rava, o lan­ça­mento da pri­meira ver­são de tes­tes do Fedora 13 não será lan­çada no dia 3/3/2010.

Antes de cada lan­ça­mento ocorre a tra­di­ci­o­nal reu­nião “go/no-go” onde diver­sos aspec­tos do estado atual da dis­tro são ava­li­a­dos e, caso algum dos pon­tos abor­da­dos seja con­si­de­rado grave o bas­tante para exi­gir cau­tela, o lan­ça­mento é adiado.

Dessa vez o Alfa rece­beu um “no-go” devido a bugs que, embora cor­ri­gi­dos, não foram tes­ta­dos o sufi­ci­ente. Com isso, atrasa-se em uma semana o lançamento.

Quem dese­jar ver o log da rei­nião pode obtê-lo AQUI.

Par­ti­cu­lar­mente sou a favor de quan­tos adi­a­men­tos forem neces­sá­rios, já que a pressa é ini­miga da perfeição.

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Fedora 13 começa a se materializar

Com a imi­nente che­gada do Fedora 13 alpha no dia 3 de março, come­çam, ofi­ci­al­mente, para o grande público os tes­tes com a pró­xima rele­ase do Fedora, mesmo que, é claro, os mais apres­sa­di­nhos já pos­sam botar as mãos num Alpha Pré­vio, que está sendo refi­nado para o lançamento.

Esse Alpha con­tará com diver­sos aspec­tos que serão apre­sen­ta­dos na ver­são final, o que é uma notí­cia inte­res­sante, pois os alpha tes­ters são, nor­mal­mente acos­tu­ma­dos a ver uma dis­tro que lem­bra mais o ante­ces­sor que o suces­sor (esperava-se que o alpha lem­brasse muito mais o F12 que o F13).

Espe­ci­al­mente ape­ti­toso para os fãs de desk­top deve ser a inclu­são, já no alpha, do papel de parede bem como diver­sos refi­na­men­tos no tema que, final­mente, começa a dei­xar para trás o velho Blu­e­curve. Como o Fedora 13 se cha­mará God­dard, a temá­tica será espacial.

Por fim, deixo aqui a amos­tra do novo papel de parede (bem bonito, na minha opi­nião) e o aviso de que o teste do Alpha é cru­cial para que o Fedora 13 torne-se aquilo que espe­ra­mos dele, mas que, por ser Alpha, está é uma ver­são de tes­tes e não vol­tada para ambi­en­tes de produção.

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ENIAC: o primeiro computador

inventores

Os ide­a­li­za­do­res do projeto.

Se lhe per­gun­ta­rem um dia qual o com­pu­ta­dor mais famoso do mundo, pro­va­vel­mente a res­posta será “HAL 9000” ou algum outro dis­po­si­tivo fic­tí­cio, mas, com cer­teza, se lhe dis­se­ram o nome ENIAC você saberá do que se trata ou terá cer­teza de já ter escu­tado essa pala­vra em algum lugar. Você pode nem per­ce­ber, mas o ENIAC é um des­ses raros casos em que um evento torna-se tão impor­tante que passa a fazer parte do sub-consciente cole­tivo. A impres­são latente aqui, tra­zida pela pala­vra ENIAC, é de algo assom­bro­sa­mente moderno e pode­roso, nunca antes visto e revo­lu­ci­o­ná­rio. De fato, foi assim, mas já se pas­sa­ram 63 anos desde que ele, o pri­meiro com­pu­ta­dor do mundo, entrou em operação.

Nos anos 1940 o mundo estava em plena II Guerra Mun­dial e sabia-se que o exér­cito melhor pre­pa­rado ven­ce­ria. Cal­cu­lar tra­je­tó­rias balís­ti­cas era uma tarefa com­pli­cada que exi­gia conhe­ci­men­tos de física e mate­má­tica, além de cál­cu­los demo­ra­dos fei­tos à mão. Era comum que hou­ves­sem equi­pes de mate­má­ti­cos tra­ba­lhando nos cál­cu­los 24 horas por dia na ten­ta­tiva de oti­mi­zar a pon­ta­ria durante os ata­ques. Con­ti­nue rea­ding ‘ENIAC: o pri­meiro computador’

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O dilema shakespeareano do Songbird no Fedora: ser ou não ser?

Faz muito tempo que o Ama­rok é meu player padrão de músi­cas, mas o cená­rio de bons players livres mudou bas­tante desde que o Ama­rok ini­ciou a car­reira. Pas­sa­mos de pouquís­si­mas opções para algu­mas que são, diga-se de pas­sa­gem, muito boas, como no caso do Songbird.

O player que usa a engine do Fire­fox (mas não é da Mozilla Foun­da­tion) e que tem como maior charme a pos­si­bi­li­dade de ins­ta­lar tone­la­das de plug-ins vem con­quis­tando sua legião de fãs, con­tudo, vem ficando de fora do Fedora há anos.

O pro­blema aqui é que a maneira como mui­tos softwa­res são pro­gra­ma­dos acaba difi­cul­tando ou invi­a­bi­li­zando sua inclu­são nas dis­tros. No caso do Song­bird, uma polí­tica extre­ma­mente ama­dora de desen­vol­vi­mento ter­mina por infer­ni­zar a vida de empa­co­ta­do­res e times de cor­re­ção de bugs: ele vem com sua pró­pria ver­são do Gstre­a­mer e ignora a ver­são do sistema.

Se come­çar­mos a empa­co­tar softwa­res assim, logo esta­re­mos imi­tando o Win­dows, onde cada soft­ware pode ter sua pró­pria ver­são da bibli­o­teca X e, até, sobrescrevê-la.

Nas polí­ti­cas de desen­vol­vi­mento e empa­co­ta­mento do Fedora, uma das pri­mei­ras dire­tri­zes é sem­pre usar os recur­sos do sis­tema, por isso, quando o Soft­ware “Fulano” vem com seu pró­prio Gstre­a­mer, esse Gstre­a­mer é dele­tado. Em outras pala­vras, quando o soft­ware tem depen­dên­cias, elas devem ser satis­fei­tas pelo sis­tema SEMPRE.

O Pro­blema: Song­bird aceita ape­nas a sua pró­pria ver­são do Gstre­a­mer, pat­che­ada para suas neces­si­da­des específicas.

A con­sequên­cia: o Song­bird vai per­ma­ne­cer de fora do Fedora até que isso possa ser cor­ri­gido ou até que os desen­vol­ve­do­res ori­gi­nais mudem a maneira de desenvolvê-lo.

Ape­sar disso, é pos­sí­vel usar o Song­bird sem mai­o­res danos ao sis­tema e, por isso, resolvi dis­po­ni­bi­li­zar aqui os RPMs que estão sendo sub­me­ti­dos (pelo David Halik) à apro­va­ção da equipe de desen­vol­vi­mento do Fedora; eles fun­ci­o­nam bem, ape­nas ainda não fica­ram do jeito que o Pro­jeto Fedora exige para os repos ofi­ci­ais (estou usando agora).

Enfim, apro­vei­tem:

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E continuo empacotando…

Pois é, a des­peito de eu ter feito as malas e come­çado a minha via­gem rumo ao mundo dos usuá­rios domés­ti­cos aca­bei rece­bendo um e-mail que me fez capitular.

Como enge­nheiro quí­mico e, prin­ci­pal­mente, amante de cál­cu­los e softwa­res afins, pas­sei muito tempo frus­trado por não ter no Fedora o exce­lente soft­ware Sci­Lab. Alguns entra­ves téc­ni­cos tor­nam essa tarefa extre­ma­mente difícil.

Para se ter uma ideia, a novela come­çou em 22 de novem­bro de 2008 e con­ti­nua se desen­ro­lando até os dias de hoje, quando, ana­lo­ga­mente, o moci­nho parece der­ro­tado, mas trama um jeito de des­mas­ca­rar o vilão, res­ga­tar a don­zela, sal­var o irmão para­plé­gico de um car­dume de pira­nhas, conhe­cer o pai desa­pa­re­cido, per­doar a mãe e des­co­brir que o melhor amigo é, na ver­dade, seu filho. Ou seja: são os momen­tos deci­si­vos. :-P

Dia 3 de feve­reiro, parto para uma via­gem de férias de uma semana, mas pre­tendo come­çar alguns esbo­ços para o pacote e, se tudo der certo, em breve nos­sos Fedo­rans pode­rão digi­tar “yum ins­tall sci­lab” para ter acesso a uma das fer­ra­men­tas de mode­la­gem numé­rica mais legais que existem.

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Será o fim da crise para o Yahoo?

O Yahoo! Anun­ciou um lucro de US$ 119 milhoes para o quarto tri­mes­tre de 2009, o que é uma boa notí­cia, dados os maus momen­tos que a empresa vinha pas­sando ao longo de 2008.

A crise econô­mica mun­dial, ali­ada a uma sequên­cia de pés­si­mas deci­sões fra­gi­li­zou de modo grave o Yahoo!, levando-o a que­das ver­ti­gi­no­sas de valor de mer­cado e pre­juí­zos astronô­mi­cos enquanto a empresa lutava, atô­nita, con­tra a des­va­lo­ri­za­ção de suas ações (nos tem­pos de ouro, cada papel do Yahoo che­gou a valer mais que US$ 43, enquanto nos tem­pos de vacas magras des­pen­ca­ram a poco menos de US$ 9).

Acom­pa­nho com aten­ção o desen­ro­lar de toda essa his­tó­ria entre Google/Yahoo/Microsoft por­que, sin­ce­ra­mente, acre­dito que isso de hege­mo­nia é algo muito peri­goso, “poder abso­luto cor­rompe abso­lu­ta­mente”, já dizia o Arqueiro Verde ao Paral­lax e é pre­o­cu­pante que a vida de milhões fique tão depen­dente de uma empresa como tem acon­te­cido com o Goo­gle. Por isso torço que outros , assim como o Yahoo, cres­çam e aca­bem um pouco com essa baba­ção de ovo ao Goo­gle, mas, é claro, a ami­zade colo­rida do Yahoo com a Micro­soft é de desanimar.

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O yum downgrade funciona

Sabe quando você pensa que é esperto e acaba fazendo bes­teira na sua esta­ção de tra­ba­lho por excesso de con­fi­ança? Pois é, isso me acon­te­ceu ainda esses dias.

Depois que perdi o cabo USB do meu tele­fone celu­lar, a única maneira de trans­fe­rir arqui­vos PC/celular era ape­lar para o meu dis­po­si­tivo blu­e­to­oth USB de R$ 20.

Não have­ria pro­blema se o GNOME Blu­e­to­oth fun­ci­o­nasse direito. Em vez disso, nove em cada dez ten­ta­ti­vas ter­mi­na­vam em tra­va­mento. Já estava can­sado de me con­ter nos pala­vrões quando, na ver­dade, a von­tade era ber­rar a ple­nos pul­mões fra­ses que sequer a finada Dercy Gon­çal­ves ousaria.

Optei pelo poli­ti­ca­mente cor­reto e habi­li­tei o repo­si­tó­rio “updates-testing” do Fedora, na espe­rança de obter uma solu­ção para os tra­va­men­tos. É claro, achei melhor atu­a­li­zar o GNOME todo (já que estava ali, por que não?).

user@computer:$ su –c ‘yum –enablerepo=updates-testing update gnome*’

Resul­tado: não ape­nas o Blu­e­to­oth con­ti­nuou sem fun­ci­o­nar como o GNOME come­çou a abrir jane­las (deze­nas) que car­re­ga­vam infi­ni­ta­mente na lista de janelas.

Lembrei-me de que o “yum down­grade” já estava imple­men­tado e vi uma boa chance de expe­ri­men­tar. Falei sobre esse novo recurso faz algum tempo, mas, de fato, era tudo teoria.

Na prá­tica, o down­grade de paco­tes via YUM fun­ci­o­nou bas­tante bem:

user@computer:$ su –c ‘yum down­grade gnome*’

E todos esses upda­tes em teste (que, cla­ra­mente, pre­ci­sa­vam de mui­tos tes­tes ainda) foram rever­ti­dos para a ver­são ime­di­a­ta­mente anterior.

Fica a dica, pes­soal: yum down­grade fun­ci­ona para des­fa­zer nos­sas cag ten­ta­ti­vas frus­tra­das. :-)

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Deixando o Projeto Fedora

Ape­sar de sem­pre estar, de certa forma, com­pro­me­tido com a infor­má­tica e à minha dis­tro favo­rita, acho que mui­tos de vocês devem ter notado uma con­si­de­rá­vel dimi­nui­ção dos posts aqui no meu blog e (os ami­gos de pro­jeto) uma queda na minha par­ti­ci­pa­ção nas lis­tas de dis­cus­são do Pro­jeto Fedora.

Desde mea­dos de 2009 come­cei um lento e penoso pro­cesso de “des­mame” (no melhor sen­tido da metá­fora) para que a minha saída do Pro­jeto Fedora não fosse algo muito dolo­roso; afi­nal, depois de lon­gos anos acos­tu­mado a certo enga­ja­mento, é claro, todo mundo se sente estra­nho e inse­guro na hora de uma mudança muito drástica.

A minha saída do Pro­jeto acon­tece para que eu possa me dedi­car a outros pro­je­tos pes­so­ais e que, de certa forma, vêm exi­gindo mais e mais tempo, dedi­ca­ção e foco, con­tudo, o que me deixa mais seguro em seguir adi­ante é acre­di­tar que o Fedora pre­cisa de san­gue novo.

Os vete­ra­nos estão nisso há muito tempo e, basi­ca­mente, são eles que fize­ram e fazem o Pro­jeto Fedora Bra­sil acon­te­cer. Esta­mos falando de caras que quei­mam mídias com o pró­prio dinheiro, que via­jam com seus pró­prios recur­sos, que pas­sam horas ao tele­fone nego­ci­ando even­tos e que, de certa forma, se sen­tem feli­zes em fazer parte de tudo isso; entre­tanto, os nova­tos que che­gam vêm che­gando com uma pos­tura, tal­vez, inti­mi­dada e aca­bam não fazendo tudo que pode­riam fazer. O mais pre­o­cu­pante na nova safra de Fedo­rans é que não vejo novas lide­ran­ças se for­mando para que um ciclo de reno­va­ção se complete.

Gosto de pen­sar que esse é um movi­mento natu­ral e que todos os vete­ra­nos, num ciclo cons­tante, pode­rão con­tri­buir por mui­tos anos e depois seguir adi­ante, dando espaço a novas ideias, a uma empol­ga­ção nova e a pes­soas que veem as coi­sas de um modo que nós não con­se­gui­mos ver: o fato é que mudar é bom por­que, num uni­verso dinâ­mico, o que está parado está morto.

Tinha me pro­me­tido escre­ver este post tão logo meus paco­tes RPM tives­sem um update impor­tante e eu pudesse entregá-los atu­a­li­za­dos, sem bugs e “redon­di­nhos” para os pró­xi­mos man­te­ne­do­res… pois bem, nesta segunda-feira, depois de uma semana em tes­ting público e mais uma semana no meu tes­ting pri­vado o BKChem che­gou a 0.14.0.pre1, con­si­de­rado está­vel e muito melhor que a ver­são anterior.

Quando um man­te­ne­dor sai ele deixa o pacote “órfão”, quando um pacote é dei­xado órfão, se nin­guém o adota, ele não terá bugs con­ser­ta­dos, logo, em pouco tempo é reti­rado pelo Pro­jeto Fedora, indo para o cemi­té­rio de RPMs; mas não se pre­o­cu­pem, meus paco­tes já foram ado­ta­dos por exce­len­tes man­te­ne­do­res e con­ti­nuam na ativa. =)

Eu, é claro, con­ti­nuo usando Fedora e este blog vai con­ti­nuar, tal­vez, um pouco menos espe­cí­fico, mas ainda com a pre­ten­são de tra­zer um con­teúdo inte­res­sante para todos aque­les que já se acos­tu­ma­ram com as minhas pia­di­nhas **engraçadíssimas**.

Devo muito ao Pro­jeto Fedora e, ape­sar desse texto meio dra­má­tico, não vou per­der contato.

Nos vere­mos no pró­ximo post.

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