Monthly Archive for junho, 2007

Área de trabalho funcionando no GNOME

Uma das coi­sas mais irri­tan­tes no GNOME é a área de trans­fe­rên­cia de pés­sima qualidade.

No GNOME, você só pode copiar/recortar um con­teúdo por vez, ou seja, a área de trans­fe­rên­cia só tem um espaço e se você, por ven­tura, copiar/recortar outra coisa, o con­teúdo ante­rior será subs­ti­tuido pelo novo. No KDE temos o Klip­per, que copia/recorta e arma­zena tudo em uma lista que pode ser facil­mente aces­sada depois.

Além disso, no GNOME, diga­mos que você copia um texto do Ope­nOf­fice; se o Ope­nOf­fice for fechado, o con­teúdo some da área de transferência.

 

Mas para o GNOME existe o Glip­per, que pode ser facil­mente ins­ta­lado via YUM:
# yum install glipper
Um pequeno incon­ve­ni­ente, facil de resol­ver é que o Glip­per não ini­cia auto­ma­ti­ca­mente com o GNOME e por isso, você deve iniciá-lo “no braço”. Para fazer o Glip­per ini­ciar auto­ma­ti­ca­mente com o GNOME, basta que você use o recurso de autostart.

Pro­cure pelo arquivo ~/.gnome2/session-manual. Se ele não exis­tir, crie-o. Adi­ci­one as seguin­tes linhas:

[Default]
num_clients=1
0,RestartClientHint=3
0,Priority=50
0,RestartCommand=glipper
0,Program=glipper

Feito isso, final­mente, sua área de trans­fe­rên­cia estará muito mais dinâ­mica e útil, além de ini­ciar automaticamente.

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Fedora e os Games

Ao con­trá­rio do que muita gente pensa, o Fedora tem vol­tado suas aten­ções tam­bém para os usuá­rios que gos­tam de ter na sua dis­tri­bui­ção uma grande vari­e­dade de jogos.

Antes, uma das mai­o­res recla­ma­ções que se tinha sobre o fedora era a sua infle­xi­bi­li­dade na ins­ta­la­ção de jogos. Esses tem­pos pas­sa­ram. Atu­al­mente a equipe Fedora Gaming é a res­pon­sá­vel por uma exce­lente (e cres­cente) lista de jogos que podem ser bai­xa­dos via yum e des­fru­ta­dos por qual­quer usuá­rio Fedora.

Os jogos mar­ca­dos com uma {*} reque­rem ace­le­ra­ção 3D para funcionar.

Lis­tas dos jogos dis­po­ní­veis podem ser encon­tra­das aqui:

http://fedoraproject.org/extras/5/i386/repoview/games.group.html

http://fedoraproject.org/extras/6/i386/repoview/games.group.html


Action Games

Wor­mux — 2D Con­vi­vial Mass Mur­der Game!

Action: First Per­son Shooters

  • fre­e­doom — A new set of epi­so­des for DOOM2.{*}
  • bzflag — Tank ver­sus tank in a bat­tle of mayhem and strategy {*}
  • ope­na­rena — Open source first per­son sho­o­ter based on Quake III Arena {*}

Arcade and Clas­sic Games

  • bsd-games — A col­lec­tion of 42 clas­sic text based games inclu­ding ‘adven­ture’ and ‘wump’
  • fre­e­droid — Clone of the C64 game Paradroid
  • lacewing — Another mul­ti­player space shooter
  • over­god — Another mul­ti­player space shooter
  • scorched3d — 3D acce­le­ra­ted ver­sion of Scor­ched Earth {*}
  • xpilot-ng — A mul­ti­player space shooter
  • xscorch — Tanks figh­ting other tanks

Card Games

  • poker2d — 2-D poker cli­ent for poker-network servers

Plat­form Games

Puzzle

  • pen­gu­pop — Networ­ked Game in the vein of Move/Puzzle Bobble!
  • tong — An odd mix­ture of mul­ti­ple arcade games
  • never­ball — Table tilt game, Roll a ball through an obs­ta­cle course with your mouse! {*}

Roguelike/RPG

  • haxima — An old-school RPG game built on the Nazghul game engine
  • nethack — Hunt for the Amu­let of Yendor
  • nethack-vultures — Enhan­ced ver­sion of NetHack and Slash’EM {*}
  • rogue — The ori­gi­nal terminal-based role playing game
  • ularn — Another rogue­like rpg

RPG: Mas­si­vely Mul­ti­player Online Role-Playing Game (MMORPG)

  • cros­s­fire — 2D Mul­ti­player RPG, simi­lar to the ‘Gaun­tlet’ arcade game
  • The Mana World — A free open source 2D MMORPG in development!

Scrol­ling Shooters

  • power­manga — An Arcade Shoot’Em’Up Game!
  • rai­dem — A fast-paced 2d top-down shoot’em up

Simu­la­tion

  • lincity-ng — City Simu­la­tion Game

Sports

Sports: Racing

  • ppra­cer — Tux the Pen­guin belly-racing down a mountainside {*}

Stra­tegy

  • Bat­tle for Wes­noth — Turn-based Tac­tics and Stra­tegy Game with a Fan­tasy Theme!
  • fre­e­civ — World conquest
  • glest — 3D real time stra­tegy game (web­site, scre­enshot) {*}
  • gnugo — Text-based Go program
  • grhino — Reversi game for GNOME
  • quarry — Multi-purpose board game GUI
  • qas­cade — Clas­sic puzzle game
  • net­pan­zer — An Online Mul­ti­player Tac­ti­cal War­fare Game222
  • uqm — The Ur-Quan Mas­ters, a port of the clas­sic game Star Con­trol II

Uti­li­ties and Engines

  • nazghul — An old-school RPG engine
  • prboom — Doom/Doom2/Heretic game engine {*}
  • deu­tex — Doom wad file manipulator
  • yadex — Doom level editor

Inte­res­sado em aju­dar a equipe de games?

Dê uma olhada em Fedora Extras SIG for Games se esti­ver inte­res­sado em empa­co­tar, cor­ri­gir, tes­tar ou suge­rir jogos. Qual­quer ajuda será bem-vinda e muito apreciada.

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Processo criativo do logo Fedora

Os desen­vol­ve­do­res do logo usado pelo Fedora são de uma empresa cha­mada Caps­trat. Um deles, Matt Muñoz, com quem tive o pra­zer de me cor­res­pon­der durante um tempo, expli­cou deta­lha­da­menta na página da empresa todo o pro­cesso de desenvolvimento.

Aqui, segue a tradução:

Olá! Meu nome é Matt Muñoz e sou um dos dese­nhis­tas do time de design da Red Hat. Esti­ve­mos con­ver­sando por sema­nas a res­peito desse logo e nos ocu­pa­mos em reu­nir as melho­res idéias de uma lista para um logo Fedora coeso.

Um pouco de infor­ma­ções dos bas­ti­do­res — sabe­mos que o novo logo deve: ser mais que um tra­ta­mento de texto (assim as pes­soas o per­ce­be­rão como um logo “de ver­dade”), ser exten­sí­vel (assim, sub­pro­je­tos podem ser expan­di­dos por um cami­nho lógico) e que ele não pode ser um fedora (que não diga res­peito ao homem e nem ao cha­péu ver­me­lho da Red Hat).
Um dos mem­bros da nossa lista, Fabian M. Schin­dler, escre­veu, “… um bom logo pre­cisa ser sim­ples, fácil de dese­nhar, com dis­tra­ções míni­mas, atra­tivo, dinâ­mico e fácil de dis­tin­guir de outros logos”. O que se segue são as nos­sas ten­ta­ti­vas de fazer, jus­ta­mente, isso.

Então, sem mais cerimô­nias…
Come­ça­mos com qua­tro idéias de Fedora. Então fize­mos mais pes­quisa, e ter­mi­na­mos onde havía­mos come­çado — com liber­dade. Pen­sando mais adi­ante sobre a natu­reza do Fedora aca­ba­mos esco­lhendo essas pala­vras: O com­pro­me­ti­mento do Fedora com o futuro é uma pro­messa. E uma pro­messa é infi­nita. Ino­va­ção infi­nita. Trans­pa­rên­cia infi­nita. Liber­dade infi­nita.

Para criar o sím­bolo do Fedora, dis­se­ca­mos o con­ceito de liber­dade infi­nita para for­mas visu­ais. Come­ça­mos com a forma do famoso sím­bolo de infi­nito. Em segundo lugar, cri­a­mos um “f” esti­li­zado para sig­ni­fi­car Fedora e liber­dade (fre­e­don em inglês). E por último, demos à voz da comu­ni­dade uma repre­sen­ta­ção visual. Agora temos os três ele­men­tos a com­bi­nar no novo sím­bolo do Fedora. (E aqui está o sím­bolo do Fedora em preto e branco.)

Agora para a marca de tra­ba­lho do Fedora. Ten­ta­mos um tipo de letra que fosse estru­tu­rada , ami­gá­vel e aberta, como a comu­ni­dade. Com­bine a marca mun­dial com o sím­bolo e você verá a suge­rida marca regis­trada do Fedora. Depois estão vari­a­ções da marca Fedora com sub­pro­je­tos.

Mudando para um uso mais prá­tico, aqui está: www.fedoraproject.org, www.fedoraproject.org/wiki, ícones em todos os seus tama­nhos padrão, o desk­top Fedora Core, e a cami­seta Fedora.

Dexe-nos saber o que você acha, esta­mos ansi­o­sos para ouvir!

Acrés­ci­mos
Aqui está a marca com fedoralegacy.org em verde.

Modi­fi­ca­ções
A marca com um “f” mais pro­e­mi­nente e revi­são de cores.

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VFAT com escrita para todos os usuários

O Fedora Core, nati­va­mente, já vem com suporte a VFAT para as par­ti­ções Win­dows; con­tudo os usuá­rios comuns pos­suem per­mis­são de somente lei­tura e é uma dúvida clás­sica ima­gi­nar qual seria a maneira de ati­var a escrita nes­ses casos.
Isso pode facil­mente ser con­fi­gu­rado com a edi­ção do arquivo fstab que fica den­tro da pasta /etc. Para tanto, pro­ceda da seguinte forma:

No KDE:
Abra um ter­mi­nal e torne-se root:
# su (será soli­ci­tado que você informe a senha de root)
Chame o seu edi­tor de texto e abra o arquivo fstab em /etc:
# kate /etc/fstab
Agora, adi­ci­one a seguinte linha no fim do seu fstab, não se esque­cendo de sem­pre dei­xar uma linha em branco ao final:
/dev/hdb1 /mnt/D vfat umask=0,gid=100,uid=1000 0 0
salve o arquivo e, ao rei­ni­car, sua per­mis­são de escrita estará ativada

No GNOME:
Abra um ter­mi­nal e torne-se root:
# su (será soli­ci­tado que você informe a senha de root)
Chame o seu edi­tor de texto e abra o arquivo fstab em /etc:
# gedit /etc/fstab
Agora, adi­ci­one a seguinte linha no fim do seu fstab, não se esque­cendo de sem­pre dei­xar uma linha em branco ao final:
/dev/hdX /mnt/windows vfat umask=0,gid=100,uid=1000 0 0
salve o arquivo e, ao rei­ni­car, sua per­mis­são de escrita estará ativada

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
Para que o pro­ce­di­mento fun­ci­one é impor­tante que o usuá­rio tenha em mente dois con­cei­tos indis­pen­sá­veis e que esta linha do fstab é “gené­rica” devendo ser mudada para as con­di­ções de cada HD: o pri­meiro con­ceito é que ele deve saber qual é a par­ti­ção a ser cha­mada de VFAT (hda1, hda5, hda7, hdb1…) e que isso deve ser subs­ti­tuido no lugar do hdX, como mos­trado aqui:

/dev/hdX /mnt/windows vfat umask=0,gid=100,uid=1000 0 0
/dev/hda5 /mnt/windows vfat umask=0,gid=100,uid=1000 0 0

O segundo con­ceito é que DEVE ser cri­ada uma sub-pasta como “ponto de mon­ta­gem” den­tro da pasta /mnt ou den­tro da pasta /media e, claro, não importa o nome que se dê a essa sub-pasta, desde que o mesmo nome seja man­tido no seu fstab. Veja no exemplo:

/dev/hdX /mnt/win­dows vfat umask=0,gid=100,uid=1000 0 0
/dev/hdX /mnt/D vfat umask=0,gid=100,uid=1000 0 0

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