Fedora x CentOS x Red Hat

by LonelySpooky

Quem tra­ba­lha com infor­má­tica em algum momento da vida já ouviu falar ou usou uma des­sas três dis­tri­bui­ções. No entanto, algo que é meio obs­curo é a estreita rela­ção que as três dis­tros apre­sen­tam entre si (e esta rela­ção não é somente o fato de as três terem a pode­rosa Red Hat por trás) e como cada uma pode ser usada para fins bas­tante espe­cí­fi­cos. Então, se você nunca enten­deu qual das três esco­lher para o seu caso, este é o artigo certo.

Fedora:

O Fedora nas­ceu em 2003 como uma ini­ci­a­tiva da Red Hat. Nessa época, com o aque­ci­mento do mer­cado de soft­ware a Red Hat, que já mos­trava um cres­ci­mento espan­toso nos seus negó­cios, deci­diu concentrar-se defi­ni­ti­va­mente no mer­cado cor­po­ra­tivo e can­ce­lou a dis­tri­bui­ção gra­tuita do seu sis­tema ope­ra­ci­o­nal para a comu­ni­dade. O Red Hat 9 foi o último Red Hat grá­tis e ainda pode ser bai­xado AQUI, mas o fato é que eu, assim como mui­tas pes­soas, fiquei espe­rando o Red Hat 10 e ele nunca saiu. A Red Hat pas­sou a somente ven­der seu pro­duto… e não é que ela não ven­desse o Red Hat antes. A Red Hat foi a pio­neira em empa­co­tar um Linux e ofe­re­cer 100% de suporte aos seus cli­en­tes, mas o fato é que o fim do Red Hat grá­tis marca o nas­ci­mento do Fedora.

Fedora era o nome de uma pequena equipe de volun­tá­rios que par­ti­ci­pava cri­ando alguns paco­tes para o Red Hat e que, pos­te­ri­or­mente aca­bou sendo absor­vida pelo Fedora Pro­ject. Vale res­sal­tar que o Fedora não é o Red Hat e que o Pro­jeto Fedora é um pro­jeto com suas pró­prias metas e táti­cas de desen­vol­vi­mento, sendo, somente, patro­ci­nado pela Red Hat.

O Fedora tem como seu prin­ci­pal obje­tivo ser o pio­neiro em tec­no­lo­gia de soft­ware e tes­tar novas idéias. Basi­ca­mente, como usuá­rio Fedora, posso sem­pre afir­mar que tenho ins­ta­lado em meu com­pu­ta­dor a ver­são mais atual de uma imensa lista de softwa­res e, ainda mais, são gran­des as chan­ces de que um usuá­rio Fedora seja o pri­meiro a expe­ri­men­tar um novo soft­ware que as outras dis­tri­bui­ções podem levar de seis meses a um ano para poder experimentar.

Sem­pre há mui­tas atu­a­li­za­ções, tanto que não é raro fazer down­load de um Fedora e deparar-se com 600 MB de update (mas não se deses­pere, para isso a equipe lança os res­pins que são remas­te­ri­za­ções dos dis­cos com tudo atu­a­li­za­di­nho), no entanto, mui­tas atu­a­li­za­ções não sig­ni­fi­cam, neces­sa­ri­a­mente, que há mui­tos pro­ble­mas. As atu­a­li­za­ções refle­tem, em grande mai­o­ria, a pró­pria evo­lu­ção dos softwa­res ins­ta­la­dos e não sig­ni­fi­cam bugs, geralmente.

Esta­bi­li­dade:

A dis­tri­bui­ção é muito está­vel, mesmo com a grande quan­ti­dade de atu­a­li­za­ções e é raro ver um Fedora tra­vando ou pas­sando por um Ker­nel panic que não seja por motivo de alguma má con­fi­gu­ra­ção do pró­prio usuá­rio. Ainda vale o ponto sem­pre forte de que se trata de um linux e como todo Linux, o Fedora herda essa esta­bi­li­dade característica.

Fedora desktop/estação de trabalho/servidor:

Jus­ta­mente pelo fato de o Fedora sem­pre usar tudo que há de mais atual em soft­ware, ele se enqua­dra nas três cate­go­rias. Durante a ins­ta­la­ção, o usuá­rio pode sele­ci­o­nar per­fis que melhor se ajus­tem às suas neces­si­da­des e é fácil trans­for­mar uma ins­ta­la­ção “em branco” do Fedora num sis­tema mul­ti­mí­dia com apli­ca­ções de áudio, vídeo e gra­va­ção, assim como deixá-lo bonito, com efei­tos de cair o queixo ou mon­tar um ser­vi­dor com rígi­das polí­ti­cas de segu­rança (sem­pre res­sal­tando que os softwa­res serão os mais atu­ais possíveis).

Fedora como ser­vi­dor: uma má idéia?

Se você tem um sis­tema ope­ra­ci­o­nal para diver­são ou ape­nas para as tare­fas cor­ri­quei­ras da vida de um mero mor­tal, pro­va­vel­mente não se impor­tará em reins­ta­lar seu Fedora 7 para expe­ri­men­tar as novi­da­des no novo Fedora 8. O desen­vol­vi­mento é muito rápido e a cada 6 meses (mais ou menos) há um novo fedora sal­tando por aí. Você tam­bém não se impor­tará em saber que den­tro de apro­xi­ma­da­mente 13 meses aquele Fedora mais antigo dei­xará de rece­ber atu­a­li­za­ções e será des­con­ti­nu­ado os pla­nos do Fedora Pro­ject. Mas, se voc|ê é um admi­nis­tra­dor de rede ou se geren­cia um ser­vi­dor que vive em alta carga, sabe que “em time que está ganhando não se mexe”. Isso equi­vale a dizer que depois que seu ser­vi­dor esti­ver pronto, você rezará aos céus para nunca mais ter que mexer nele e a sim­ples idéia de saber que seu ser­vi­dor Fedora vai sair de linha den­tro de 13 meses pode ser desanimadora.

Não quero dizer que o fedora não vai ser um bom ser­vi­dor. A ver­dade é que ele vai ser um ótimo ser­vi­dor, no entanto, o rápido ciclo de atu­a­li­za­ções pode fazer do Fedora uma má esco­lha se você se impor­tar em ter que reins­ta­lar seu ser­vi­dor a cada 13 meses. Ainda tenho máqui­nas rodando Fedora 3 que nunca deram pro­blema, mas isso não sig­ni­fi­ca­ria que estou dis­posto a ter um sis­tema que dei­xou de rece­ber upda­tes. Lembre-se: “em time que está ganhando não se mexe” e é por essa máxima que ainda exis­tem ser­vi­do­res por aí rodando linux tão anti­gos que usam o velho ker­nel 2.2. Para resu­mir, se você não se importa em dei­xar de ser atu­a­li­zado a cada 13 meses, o Fedora será uma boa esco­lha. O que eu uso nos meus ser­vi­do­res? Uso Cen­tOS. =) Já vere­mos o motivo.

Cen­tOS:

Cen­tos sig­ni­fica Com­mu­nity ENTer­prise Ope­ra­ting Sys­tem e se você não o conhece deve­ria conhe­cer. A ver­dade é que nós, do Pro­jeto Fedora, ama­mos o Cen­tOS pois é pre­ciso admi­tir que eles são “os caras”. Cada Cen­tOS é uma cópia fiel do Red Hat Enter­prise Linux (RHEL) pago, reti­rando somente as logo­mar­cas e o nome Red Hat para não infrin­gir nenhuma licença de uso.

Uma vez que a Red Hat dis­po­ni­bi­liza seus códi­gos fon­tes, o que a comu­ni­dade Cen­tOS faz é compilá-los, dis­tri­buindo um RHEL grá­tis para qual­quer um que dese­jar usá-lo.

Cada Cen­tOS é 100% com­pa­tí­vel à sua con­tra­parte RHEL, isso sig­ni­fica que o Cen­tOS 5.1 é com­pa­tí­vel com o RHEL 5.1, assim como o 5.0 é 100% com­pa­tí­vel com o RHEL 5.0 e daí por diante.

A equipe Cen­tOS não perde tempo e tra­ba­lha de maneira muito com­pe­tente para man­ter o Cen­tOS sem­pre em sin­cro­nia com o RHEL, tanto que para cada atu­a­li­za­ção lan­çada para o RHEL, leva no máximo 72 horas para que a mesma esteja dis­po­ní­vel nos repo­si­tó­rios do CentOS.

Ao con­trá­rio do Fedora, o Cen­tOS não conta com o patro­cí­nio da Red Hat e é total­mente man­tido e patro­ci­nado por uma comu­ni­dade de pro­fis­si­o­nais e empre­sas volun­tá­rios que con­tri­buem com doa­ções ou com tra­ba­lho espe­ci­a­li­zado, tor­nando o Cen­tOS possível.

Esta­bi­li­dade:

Os softwa­res que vêm no Cen­tOS são tão está­veis quanto os softwa­res que vêm no RHEL. Ape­nas dizer isso já seria uma garan­tia de que o sis­tema é sólido e de que cada soft­ware, antes de ser colo­cado na dis­tri­bui­ção, foi tes­tado exaus­ti­va­mente para garan­tir a segu­rança e a fun­ci­o­na­li­dade. Isso, é claro, tam­bém sig­ni­fica que o Cen­tos não vem com os softwa­res mais atu­ais; em vez disso ele troca o cará­ter expe­ri­men­ta­dor do Fedora por um cará­ter conservador.

Cen­tOS desktop/estação de trabalho/servidor:

Assim como o Fedora, Cen­tOS tam­bém pode ser mudado sim­ples­mente escolhendo-se um per­fil durante a ins­ta­la­ção. Basta adi­ci­o­nar alguns pou­cos repo­si­tó­rios para tor­nar seu Cen­tOS, natu­ral­mente sério e rigo­roso, numa esta­ção de tra­ba­lho diver­tida e bonita. O Cen­tOS 5,1 é o equi­va­lente a um Fedora Core 6 muito está­vel e ele já vem pronto para ser um ser­vi­dor que fun­ci­one em pro­du­ção, neces­si­tando ape­nas ser con­fi­gu­rado de acordo com as neces­si­da­des do pro­fis­si­o­nal. Ao con­trá­rio do Fedora, o ciclo de vida do Cen­tOS é longo e cada ver­são recebe atu­a­li­za­ções por incrí­veis 7 anos. Isso sig­ni­fica que seu ser­vi­dor usando Cen­tOS 5 vai con­ti­nuar rece­bendo pat­ches e upda­tes até 2014. Se você é uma empresa média ou pequena e que não pode (ou quer) arcar com os cus­tos de um RHEL, mas deseja um sis­tema está­vel e de nível Enter­prise, Cen­tOS é a sua melhor esco­lha, mas, é claro, ao abrir mão de pagar pelo RHEL você tam­bém abre mão de ter uma empresa que lhe dê todo o suporte e passa a con­fiar na ajuda da comu­ni­dade Cen­tOS que dis­po­ni­bi­liza docu­men­ta­ção em sites e ajuda em fóruns.

O que a Red Hat pensa sobre o CentOS?

Embora a Red Hat não esteja ligada ao Cen­tOS de nenhuma forma, ela vê com bons olhos a ini­ci­a­tiva e chega a recomendá-lo em alguns casos. Eu só soube o que o Cen­tOS real­mente era quando come­cei a me pre­pa­rar para o Exame de RHCE e fui pro­cu­rar manei­ras de estu­dar o Red Hat Enter­prise Linux sem usar nada que fosse “pirata” ou ile­gal. Fiquei sur­preso ao ler que a pró­pria Red Hat reco­menda que pro­cu­rás­se­mos por dis­tri­bui­ções como o Cen­tOS para levar adi­ante os estu­dos sem ter que pagar os pre­ços de uma dis­tri­bui­ção enterprise.

Por fim, ainda falando sobre o Cen­tOS, se você tem uma empresa que usa Cen­tOS ou se você é um pro­fis­si­o­nal que pro­cura uma boa (e está­vel) solu­ção, con­si­dere con­tri­buir para a Comu­ni­dade Cen­tOS com doa­ções finan­cei­ras ou con­tra­tando ser­vi­do­res dedi­ca­dos. Isso é muito menos do que você paga­ria para usar o RHEL e vai garan­tir que o Cen­tOS terá uma vida longe (e prós­pera). Se qui­ser cola­bo­rar de alguma forma, veja como pro­ce­der AQUI.

Red Hat

A Red Hat come­çou suas ati­vi­da­des em 1995, com Bob Young e Mark Ewing. O Red Hat 1 teve o codi­nome Hal­loween e foi o pri­meiro passo dado por uma empresa que se tor­na­ria uma das mai­o­res do soft­ware livre no mundo. O nome Red Hat vem de uma his­tó­ria inte­res­sante: Mark Ewing gos­tava de usar um cha­péu ver­me­lho e sem­pre que era pro­cu­rado diziam para falar com o “cara do cha­péu ver­me­lho”. O nome veio naturalmente.

O sis­tema Red Hat pode ser adqui­rido gra­tui­ta­mente quando você baixa o Cen­tOS, mas o dife­ren­cial é o ser­viço. A Red Hat tem uma equipe com­posta por enge­nhei­ros e téc­ni­cos que pas­sam por tes­tes extre­ma­mente rigo­ro­sos durante a capa­ci­ta­ção. O exame para RHCE tem a dura­ção de 6 horas e é uma mis­tura de situ­a­ções teó­ri­cas e prá­ti­cas que coloca o pro­fis­si­o­nal em uma situ­a­ção de stress e pres­são, tudo para garan­tir que, depois de apro­vado, poderá pro­ver o melhor serviço.

O aten­di­mento é per­so­na­li­zado ao extremo e chega ao ponto de você, como cli­ente, poder pas­sar as suas espe­ci­fi­ca­ções de hard­ware para rece­ber um Red Hat com ker­nel recom­pi­lado espe­ci­al­mente para o seu uso.

O RHEL é um sis­tema ope­ra­ci­o­nal reco­men­dado para gran­des empre­sas que rodam apli­ca­ções vitais e não podem abrir mão de um suporte extre­ma­mente espe­ci­a­li­zado, 24 horas por dia. Os ser­vi­ços são caros (podendo ir de US$ 80 até alguns milha­res de dóla­res), mas a Red Hat tem como meta a exce­lên­cia nos ser­vi­ços que presta.

E então? Qual o seu per­fil? :)

Links Inte­res­san­tes

Pro­jeto Fedora

Cen­tOS BR

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1 Davidson Paulo 3 de março de 2008 às 15:23

Exce­lente texto, muito claro e bem escrito.

Essas três dis­tri­bui­ções estão e ainda esta­rão por muito tempo entre as mais impor­tan­tes e difun­di­das no mer­cado e entre os usuá­rios de Linux e de soft­ware de código aberto.

Responder

2 Teseu 3 de março de 2008 às 18:04

Um his­tó­rico é sem­pre impor­tante, mesmo para usuá­rios des­sas dis­tros, para saber, ou lem­brar, de onde vie­ram as coi­sas, como foi o pro­cesso de criação.

Responder

3 Luciano 3 de março de 2008 às 20:52

Bom artigo, foca bem o mer­cado de atu­a­ção da RedHat e seus pro­du­tos.
Para­béns usou bem as palavras.

Responder

4 Carlos Costa 3 de março de 2008 às 21:20

Muito legal o post (e tam­bém o blog).
Que­ria dei­xar um con­vite para vc: estou aguar­dando a deci­são da moçada do fisl para, se aceito, dar uma pales­tra de como cons­truir uma dis­tro enter­prise. É pro­vá­vel que o Cen­tOS será o caso de uso de uma dis­tro base­ada no RHEL (a outra será open­suse), por­tanto vou falar sobre ele. Minha idéia é ensi­nar ao sysad­mins como cus­to­mi­zar as ISOS de ins­ta­la­ção para, p.ex., incluir um ker­nel “pat­che­ado” com um device que não vem por default, ou para incluir a ins­ta­la­ção de um pacote ou uma famí­lia deles — com direito a apa­re­cer no menu do Ana­conda durante o ins­tall wizard ;-)
Se vc puder e eu for aceito, apa­reça por lá… toma­mos um café no inter­valo para conversarmos.

[ ]s
Carlos.

Responder

5 LonelySpooky 4 de março de 2008 às 2:19

Con­si­dere o café aceito, Car­los. :-)

Responder

6 LonelySpooky 4 de março de 2008 às 2:21

Aliás, sobre o texto, um amigo me apon­tou que há um tre­cho con­fuso, então, deixem-me escla­re­cer:
O Red Hat Linux 1 foi lan­çado em 1994 e só depois, em 1995 Bob Young e Mark Ewing fun­da­ram a Red Hat Inc.
Falha nossa durante a comu­ni­ca­ção das idéias. :-P

Responder

7 marco U235 4 de março de 2008 às 8:33

um café­zi­nho ia bem agora, hehe, ótimo texto, como sem­pre, está de parabéns…

Responder

8 Alexandre 4 de março de 2008 às 12:50

Fedora nao tenho usado mais pq os upda­tes tem um tempo muito curto de atu­a­li­za­cao. obri­gando vc a fazer upgrade para um fedora mais novo.

quanto ao cen­tos eh exce­lente. res­peita o tempo de update das ver­soes redhat. uso bas­tante em clientes.

jah o redhat uso nos ser­vi­do­res da empresa, eh exce­lente esta­vel. tem maquina a mais de 100 dias sem reboot nada. salvo quando sai atu­a­li­za­cao de kernel.

Responder

9 Daniel 4 de março de 2008 às 13:19

Exce­lente docu­mento!! Sou usuá­rio fiel das dis­tri­bui­cões RH Like e o que foi des­crito aqui é um resumo fiel ao que cada dis­tro citada provê para a comunidade.

Não é a toa que a Red Hat tri­pli­cou seu fatu­ra­mento em tão pouco tempo e que o fedora está con­quis­tando cada vez mais adep­tos. A qua­li­dade dessa marca é indiscutível.

Para­béns.

Abra­cos.

Responder

10 Klaus Paiva 4 de março de 2008 às 19:53

Olá Hen­ri­que,
post super legal. Par­ti­cu­lar­mente gos­tei das infor­ma­ções do Cen­tOS, cujo qual só conhe­cia pelo nome.

Para­béns!

[]‘s

Responder

11 Spiderforce 4 de março de 2008 às 21:05

Para­béns, Hen­ri­que. Ótimo artigo, como sempre.

Responder

12 Glênio 5 de março de 2008 às 0:04

Ótimo Artigo
Como faço pra fazer esse exame para RHCE, e pos­si­vel fazer online de graça ou tem que pagar ??
Aguardo a res­posta
Abraços

Responder

13 LonelySpooky 5 de março de 2008 às 1:15

Opa, fala aí, Glê­nio. O exame RHCE (Red Hat Cer­ti­fied Engineer)não é de graça e tam­bém não é um dos mais bara­tos.
Se der uma olhada aqui http://www.br.redhat.com/training/rhce/ poderá obter mai­o­res infor­ma­ções.
O exame é caro por­que um RHCE é, na infor­má­tica, um dos títu­los de maior peso que existe, sendo inclu­sive, con­si­de­rada a melhor cer­ti­fi­ca­ção do mundo pela CertCities.com. na pri­meira ten­ta­tiva, o índice de repro­va­ção chega a mais de 60%, mas a pró­pria Red Hat ofe­rece cur­sos online ou em SP.
Boa sorte

Responder

14 Lauro César 5 de março de 2008 às 10:25

Para­béns Hen­ri­que!
Artigo muito bem escrito. Pena que estou tendo mui­tos pro­ble­mas com o Fedora… Não sei o que pode estar acon­te­cendo, uti­li­zava o Ubuntu 7.04 e não tinha mui­tos pro­ble­mas, resolvi expe­ri­men­tar o Fedora 8 e não sei o que pode estar acon­te­cendo… Não é uma crí­tica ao Fedora, é sim­ples­mente uma busca de res­pos­tas as minhas dúvidas:

1– Tive que ins­ta­lar o Fire­fox usando o pacote da Mozilla, o que vem com o Fedora 8 tem um bug em que na impres­são de sele­ção o texto não apa­rece. (tá uma dis­cus­são danada no bug­zilla https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=221336
2– Tenho 04 máqui­nas liga­das em rede com Fedora 8, duas delas com impres­so­ras locais com­par­ti­lha­das e 2 sem impres­so­ras. As máqui­nas que estão sem impres­sora demo­ram uma eter­ni­dade para ini­ciar o cups se hou­ver qual­quer pro­blema na rede mesmo que o pro­blema for na inter­net (for­ne­cida por um modem adsl con­fi­gu­rado como rou­ter).
3– Tenho tam­bém um note­book com Fedora 8. Quando durante o uso modi­fico a con­fi­gu­ra­ção de rede del,e ati­vando a rede com fio e colo­cando c/ IP fixo (na Facul­dade não tem DHCP)usando o system-config-network o sis­tema fun­ci­ona blz, mas ao des­co­nec­tar o cabo o sis­tema fica extre­ma­mente lento e ins­tá­vel.
4– Por último, fui agra­ci­ado ontém à noite com um pro­blema no yum, não sei se pode ter sido cau­sado por algum con­flito por causa do package-kit que tenho ins­ta­lado, mas o fato é que ele retorna este erro quando tento usá-lo:
yum
There was a pro­blem impor­ting one of the Python modu­les
requi­red to run yum. The error lea­ding to this pro­blem was:

No module named gpgme

Ple­ase ins­tall a pac­kage which pro­vi­des this module, or
verify that the module is ins­tal­led correctly.

It’s pos­si­ble that the above module doesn’t match the
cur­rent ver­sion of Python, which is:
2.5.1 (r251:54863, Oct 30 2007, 13:54:11)
[GCC 4.1.2 20070925 (Red Hat 4.1.2–33)]

If you can­not solve this pro­blem your­self, ple­ase go to
the yum faq at:
http://wiki.linux.duke.edu/YumFaq

Já pes­qui­sei bas­tante na inter­net, mas real­mente estou com muita difi­cul­dade… Se você puder me aju­dar ou indi­car o que ou quem possa, eu agra­de­ce­ria muitíssimo.

Um abraço e des­culpe pelo enorme off topic, não sei mais a quem recorrer.

Responder

15 Reuber M 5 de março de 2008 às 11:00

Exce­lente texto, muito claro e bem escrito.

Responder

16 LonelySpooky 5 de março de 2008 às 11:18

Oi, Lauro. Será que você pode me pas­sar as suas con­fi­gu­ra­ções de hardware?

Responder

17 kayo 5 de março de 2008 às 11:18

Eu sou usuá­rio da famí­lia rpm, e como aplico a ser­vi­do­res, posso dizer que a mesma esta­bi­li­dade que eu tenho em Cen­tOS, eu tenho em Fedora, pois a estru­tura interna é igual­zi­nha, cara crachá.

Já o pro­blema que eu vejo em usar o Fedora como Desk­top é a ins­ta­bi­li­dade dos paco­tes gera­dos pela comu­ni­dade, pois são instáveis.

Mas fora isso, a coisa é redonda, per­feita e lógica.

Responder

18 Lauro César 5 de março de 2008 às 11:33

Posso sim. Mas qual con­fi­gu­ra­ção você quer saber mais espe­ci­fi­ca­mente (pro­ces­sa­dor, memó­ria, modelo de placa de rede e vídeo?), outra coisa: de alguma máquina em espe­cí­fico ou de todas?

A máquina que estou usando neste momento é um AMD Sem­prom 2500+ ; a placa de vídeo parece que é o pesa­delo dos dri­vers de vídeo para Linux(é uma Via/S3G Uni­Ch­rome Pro IGP), inclu­sive a ima­gem rola com uma certa len­ti­dão no Fedora; Tem 1GB de RAM e HD de 80 (c/ uns 15 para o Fedora, estou tra­ba­lhando no XP agora); placa de Rede Via Rhine II.

Meu Note é um HP zt3000 cen­trino, com pro­ces­sa­dor Pen­tium M 1,4GHZ, 756 M de RAM, HD de 40GB, Vídeo ATI (não lem­bro o modelo agora), Rede sem fio Intel ipw2100, com fio não lem­bro agora, drive p/ ccar­tão sd, 3 USb, etc.

Os PC’s com pro­blema na rede/impressão são Dell, pen­tiun 4, vídeo intel i810, o res­tante das con­fi­gu­ra­ções posto depois…

Um abraço e obri­gado pela atenção.

Responder

19 Davidson Paulo 5 de março de 2008 às 11:51

Lauro, res­pon­dendo às suas dúvidas:

1) Logo, logo o pacote atu­a­li­zado deve ser libe­rado nos repo­si­tó­rios do Fedora. :-)

2) Como o modem é que é o rote­a­dor o pro­blema é com ele mesmo, que não está enca­mi­nhando os paco­tes dire­ci­o­na­dos ao CUPS com muita efi­ci­ên­cia. O ideal é que o modem ADSL esti­vesse conec­tado a um com­pu­ta­dor que fosse o rote­a­dor, é muito mais efi­ci­ente (e seguro).

3) Expe­ri­mente desa­ti­var a inter­face de rede com o cabo ainda ligado e veja se há pro­blema de len­ti­dão. Se não acon­te­cer, basta desa­ti­var a inter­face antes de reti­rar o cabo. :-)

4) Você pre­cisa ins­ta­lar o pacote pygpgme. Como o yum não está dis­po­ní­vel, você vai ter que ins­ta­lar manu­al­mente com o rpm. Exe­cute o comando abaixo:

# rpm –Uvh http://download.fedora.redhat.com/pub/fedora/linux/releases/8/Everything/i386/os/Packages/pygpgme-0.1–6.fc8.i386.rpm

Um abraço.

Responder

20 Lauro César 5 de março de 2008 às 12:48

David­son, obri­gado por sua ajuda, mas..

Vou come­çar pelo final:

4– Não deu certo:

rpm –Uvh http://download.fedora.redhat.com/pub/fedora/linux/releases/8/Everything/i386/os/Packages/pygpgme-0.1–6.fc8.i386.rpm
A obter o http://download.fedora.redhat.com/pub/fedora/linux/releases/8/Everything/i386/os/Packages/pygpgme-0.1–6.fc8.i386.rpm
erro: Fai­led depen­den­cies:
libgpgme.so.11 is nee­ded by pygpgme-0.1–6.fc8.i386
libgpgme.so.11(GPGME_1.0) is nee­ded by pygpgme-0.1–6.fc8.i386

3– Vou tes­tar depois. Mas uma coisa que me afas­tou do Fedora por um tempo foi que meu note­book demo­rava uma eter­ni­dade para dar boot no Fedora 6 se eu não tivesse a rede dis­po­ní­vel para ele durante a ini­ci­a­li­za­ção. Parece um pro­blema crô­nico.…
2– Mas aí eu teria que ter um micro ligado só pra isso, ou então se fosse usado como desk­top, teria o pro­blema se esti­vesse des­li­gado por qual­quer motivo os outros esta­riam sem inter­net (3 outros desk­tops). No Ubuntu esse pro­blema não acon­te­cia, então acre­dito que seja alguma con­fi­gu­ra­ção ou bug.

1– Obug do Fire­fox já é antigo e pelo que entendi lendo no bug­zilla, usando o goo­gle­trans­late pois meu inglês é pior ainda que meu por­tu­guês ;) , que eles não tem inten­ção de con­ser­tar esse bug no Fire­fox 2/Fedora 8. E aí, será que a gente tem que ficar assim mesmo, fazendo gambiarra?

Um abraço e des­culpe qq coisa.

Responder

21 Lauro César 5 de março de 2008 às 13:18

Outra coisa:

O pro­blema que estou tendo com o yum foi depois de uma atu­a­li­za­ção que fiz ontém à noite.
Os sour­ces que estão habi­li­ta­dos são estão habi­li­ta­dos:
fedora.repo
fedora-updates.repo
livna.repo
adobe-linux-i386.repo
Packagekit.repo
skype.repo

Acre­dito que o con­flito pode ter sido cau­sado ou por uma atu­a­li­za­çâo do yum ou do packagekit

Um abraço.

Responder

22 LonelySpooky 5 de março de 2008 às 13:43

É pro­va­vel mesmo que esse repo a mais seja o cau­sa­dor dos bugs. Dê uma olha­di­nha na Wiki que apa­rece aqui no Blo­gRoll para ver os repos reco­men­da­dos.
Eu tam­bém expe­ri­men­tei len­ti­dão num Fedora em note­book antes e o pro­blema é mesmo a placa de vídeo que causa um com­por­ta­mento anor­mal do sis­tema, mas o Suse e o Man­driva tam­bém se com­por­ta­ram assim… por incrí­vel que pareça, o Kuru­min foi bem.
Che­gando em casa tento ins­ta­lar o pacote e te passo as dependências.

Responder

23 Glênio 5 de março de 2008 às 13:48

Valeu aten­ção aew LonelyS­po­oky
Só que nem vo fazer agora esse exame não ‚por que to sem dinheiro agora né,o dinheiro ta meio difi­cil no momento ‚deixa eu me forma em sis­te­mas de infor­ma­ção e o curso que eu to cur­sando no momento ou na ferias via­jar pra são paulo ou bra­si­lia onde eu tenho parente , por que eu moro no Piauí no nor­deste ai fica meio longe
Abraços

Responder

24 Lauro César 5 de março de 2008 às 19:42

LonelyS­po­oky, boa noite.

“Dei um puli­nho” no repo­si­tó­rio do packagekit:

http://people.freedesktop.org/~hughsient/fedora/8/i386/

e veri­fi­quei que real­mente há um pacote com o nome de yum atu­a­li­zado na data de ante-ontém, deve ser esse “ben­dito” pra não dizer outra coisa que fer­rou o yum de minha máquina.Veja:
http://cid-aa8b0531af5ff5b1.skydrive.live.com/self.aspx/P%c3%bablica/packagekit.repo.png

E agora? Como faço pra vol­tar ao que era antes dessa atualização?

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25 Marcelo Duarte 5 de março de 2008 às 20:10

Para­béns, artigo muito claro, eu tenho o cen­tos 4.3, mas não estou uti­li­zando no momento, sabe­ria me dizer qual é a vida util de um laça­mento do Red Hat ou do Cen­tOS, se eu bai­xar um agora que seria a ver­são 5.1, qual seria a data de um pro­ximo Cen­tOS 18 meses? Desde já agradeço.

Responder

26 LonelySpooky 5 de março de 2008 às 23:02

O tempo de rele­ase do Cen­tOS deve ser o mesmo de um RHEL, com um pequeno atraso em rela­ção ao pri­meiro.
Veja os rele­a­ses e datas do RHEL.
* Red Hat Linux 6.2E (Zoot), 27 March 2000
* Red Hat Enter­prise Linux 2.1 AS (Pen­sa­cola), 26 March 2002
* Red Hat Enter­prise Linux 2.1 ES (Panama), May 2003
* Red Hat Enter­prise Linux 3 (Taroon), 22 Octo­ber 2003
o Update 1, 16 Janu­ary 2004
o Update 2, 18 May 2004
o Update 3, 3 Sep­tem­ber 2004
o Update 4, 21 Decem­ber 2004
o Update 5, 20 May 2005
o Update 6, 28 Sep­tem­ber 2005
o Update 7, 15 March 2006
o Update 8, 20 July 2006
o Update 9, 15 June 2007
* Red Hat Enter­prise Linux 4 (Nahant), 15 Febru­ary 2005
o Update 1, 9 June 2005
o Update 2, 5 Octo­ber 2005
o Update 3, 7 March 2006
o 4.4 (also known as Update 4), 11 August 2006
o 4.5 (also known as Update 5), 1 May 2007
o 4.6 (also known as Update 6), 15 Novem­ber 2007
* Red Hat Enter­prise Linux 5 (Tikanga), 14 March 2007
o 5.1 (also known as Update 1), 7 Novem­ber 2007

Responder

27 LonelySpooky 6 de março de 2008 às 0:44

O tempo de vida é 7 anos. pode usar até cansar.=)

Responder

28 LonelySpooky 6 de março de 2008 às 22:25

Lauro, vai no rpm do yum que vc sabe que fun­ci­ona e faz um
rpm –Uvh. ele vai fazer a subs­ti­tui­ção dos pacotes.

Responder

29 Lauro César 7 de março de 2008 às 18:19

Lonely, boa tarde.

Des­culpe minha igno­rân­cia, mas como assim rpm do yum? Que comando eu tenho que usar pra con­ser­tar essa sujeira que eu fiz aqui? :(

Sou novato no Fedora e não sei bem como pro­ce­der em um caso des­ses… e ainda não encon­trei res­posta a essa minha difi­cul­dade na net.

Desde já muito obri­gado, um abraço e bom fim de semana!

Responder

30 Leonardo 7 de março de 2008 às 19:00

Muito bom o texto.
Mas, só uma dúvida: É pos­sí­vel fazer o down­load do Red Hat Enter­prise? Onde?
Claro que neste caso eu não teria o suporte da empresa.
Se o Red Hat é real­mente 100% com­pa­tí­vel com a sua ver­são em Cen­tOS, então seria pos­sí­vel usar um Red Hat e ao mesmo tempo acom­pa­nhar as atu­a­li­za­ções e tuto­ri­ais para o Cen­tOS.
O fato é que eu uso linux, mas gosto de ficar expe­ri­men­tando várias dis­tri­buiçôes :)

Responder

31 LonelySpooky 7 de março de 2008 às 20:58

Lauro, o YUM nor­mal­mente baixa os rpms para a pasta /var/cache/yum e lá, se você olhar na pasta update deve achar os RPMs cer­tos. mas, se a pasta esti­ver vazia (pq o yum pode estar apa­gando os cachês), olhe nesse espe­lho aqui: http://ftp.univie.ac.at/systems/linux/fedora/updates/8/i386/
deve ter o yum mais recente. tente instalá-lo com o comando rpm –Uvh <nome_do_pacote .rpm>.

Leo­nardo, não é pos­sí­vel bai­xar o RHEL de graça, mas saiba que se você deci­dir usar cen­tos, vai estar usando o mesmo pro­duto que a Red Hat vente. São 100% com­pa­tí­veis em tudo.</nome_do_pacote>

Responder

32 Leonardo 8 de março de 2008 às 4:46

Olá, e obri­gado pela aten­ção.
Bem, eu pro­cu­rei um pouco mais e achei um down­load para o Red Hat enter­prise 5. No site da revista info.
Será que eles com­pi­la­ram o código for­ne­cido pela empresa?

http://info.abril.com.br/download/4907.shtml

Responder

33 LonelySpooky 8 de março de 2008 às 12:46

Leo­nardo, aquilo é uma ver­são trial que só fun­ci­ona por 30 dias.
Lauro, deixo aqui o con­vite. Se tiver qquer dúvida sobre con­fi­gu­ra­ção ou outra coisa, pro­cure esse ende­reço: http://www.linux-fedora.org

Responder

34 Lauro César 8 de março de 2008 às 22:20

Como faço pra ins­ta­lar o yum antigo se jus­ta­mente um mais novo é que está gerando o problema?

rpm –Uvh yum-3.2.8–2.fc8.noarch.rpm
A pre­pa­rar… ########################################### [100%]
o pacote yum-3.2.11–4.29.20080303git.fc8.hughsie.noarch (que é mais recente que o yum-3.2.8–2.fc8.noarch) já está instalado

hehe deu certo!!!

[root@note lauro]# rpm –Uvh –force yum-3.2.8–2.fc8.noarch.rpm
A pre­pa­rar… ########################################### [100%]
1:yum ########################################### [100%]

Muito obri­gado!!!

Responder

35 Marcelo Vivan Borro 2 de abril de 2008 às 12:40

Somente hoje me ocor­reu ten­tar abrir esta página com o Fire­fox. Não fun­ci­ona com Safari, recebo ape­nas uma página em branco tal­vez você pudesse cor­ri­gir isto.

Responder

36 Márcio José da Rocha 3 de abril de 2008 às 14:53

Sem­pre achei que a equi­va­lên­cia de ver­sões entre RHEL e CENTOS fosse CENTOS 4 para RHEL 3 e CENTOS 5 para RHEL 4.

Responder

37 LonelySpooky 8 de abril de 2008 às 12:50

Oi, Mar­celo.
Quer dizer que o blog não fun­ci­ona com o Safari? Nunca tinha testado.…

Responder

38 LonelySpooky 8 de abril de 2008 às 12:53

Már­cio. Antes, pelo que li, havia mesmo uma dis­cre­pân­cia entre as nume­ra­ções do Cen­tOS e do RHEL, mas hoje em dia o pro­pó­sito do pro­jeto Cen­tOS é fazer as nume­ra­ções com­pa­tí­veis. Esta­mos no Cen­tOS 5.1, logo, com cer­teza tem um RHEL 5.1 por aí.

Responder

39 Darcy 23 de abril de 2008 às 17:07

Ótimo artigo.
Des­cre­veu muito bem as três dis­tri­bui­ções de forma clara.

Para­béns.

Responder

40 revenda de hospedagem 6 de junho de 2008 às 1:42

Um dos tex­tos mais belos sobre Famí­lia Rhel.

Sem dúvi­das, deixa qual­quer amante do linux afim de ins­ta­lar um Cen­tOs da vida em seu pc.

?:)

Responder

41 Fabio Holliday 5 de outubro de 2008 às 23:58

Gos­tei, tirou mui­tas das minhas dúvi­das além das tira­das pelo msn. com este belo e dele­tá­vel artigo, pude conhe­cer e me inte­res­sar pelo cen­tos e a curi­o­si­dade de conhe­cer mais a red hat.. pois é quando cres­cer vou quere ser igual a vc lonely..

Responder

42 Claudio Prateat 22 de dezembro de 2008 às 16:33

Para­béns pelas infor­ma­ções e dis­po­si­ção para com o pes­soal.
Tenho ser­vi­do­res com fedora 6, proxy, tom­cat, entre outras apli­ca­ções e não tenho do que me quei­xar.
Na minha opi­nião, fedora 7 não agra­dou, 8 foi bom, 9 não agra­dou nem 10!(estabilidade)
Estava pronto para atu­a­li­zar meus ser­vi­do­res com 10, mas como o mesmo veio com uns bugs terríveis(esse dae­mon de cone­xão de rede ala micro­soft em meu desk­top junto com o system-config-network), vou ade­rir ao CentOS(que ja tinha tes­tado ante).

Para­béns !

Responder

43 Marcelo Gondim 31 de dezembro de 2008 às 18:13

Exce­lente artigo, muito bem escrito. Para­béns mesmo. Já usei diver­sas dis­tros como Slackware, RedHat, Conectiva(em 2000), Gen­too, Debian e hoje uso o Cen­tOS 5.2 nos meus novos ser­vi­do­res. Real­mente o Cen­tOS é exce­lente, muito mas muito está­vel e bem pro­je­tado visto que é o clone do RHEL. :)

Muito bom! Vou até expe­ri­men­tar colo­car ele no meu lap­top. Se não agra­dar aí coloco o Fedora 10 pra ver, por­que até pouco tempo estava usando o Ubuntu 8.04.

Responder

44 Vinícius Alves Hax 19 de março de 2009 às 9:32

Belo texto. Parabéns.

Abra­ços.

Responder

45 Welligyon 18 de setembro de 2009 às 18:21

Nao tem nenhum texto
=/

Responder

46 LonelySpooky 18 de setembro de 2009 às 18:51

Como assim?

Responder

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