Mulher(es) no Fedora — Diana Fong

by LonelySpooky

Uma coisa bem chata nesse mundo de infor­má­tico é que a quan­ti­dade de mulhe­res é pequena. Quando me apa­rece um tra­ba­lho já perco logo as espe­ran­ças de ter como com­pa­nhia uma bela modelo de lin­ge­rie que entende de python e que tam­bém acha perda de tempo con­ti­nuar o desen­vol­vi­mento do Kof­fice.
Ver­dade seja dita, uma mulher (bonita) des­car­rega o ambi­ente, torna os dias mais colo­ri­dos, ins­pira poe­tas, can­ci­o­nei­ros, pin­to­res e pro­gra­ma­do­res… (caiu uma lágrima aqui).
Os movi­men­tos femi­ni­nos de Soft­ware livre ainda são bem peque­ni­nih­nos, o que é uma pena e chega a ser até engra­çado por­que em qual­quer evento onde apa­rece uma cri­a­tura de saias (seja mulher ou sim­ples­mente um esco­cês) os nerds logo ficam em cima, cheios de von­tade de aju­dar a don­zela. Pro­cu­rem num fórum, sei que vão achar paté­tico tam­bém, mas vale umas risa­das.
No Fedora não é dife­rente… sobra homem por metro qua­drado, mas uma vez ou outra, no meio dessa macha­rada toda, apa­rece uma mulher (esfre­gando os olhos para ver se não é mira­gem). É o caso de Diana Fong.
A chi­ne­si­nha é con­tra­tada pela Red Hat para fazer alguns tra­ba­lhos grá­fi­cos. O cur­rí­culo dela é modesto: gra­du­ada na escola de dese­nho de Har­vard, mes­tre em mídia vir­tual e ambi­en­tes de pro­du­ção pelo colé­gio Wel­les­ley e bacha­rel em eco­no­mia e mul­ti­mí­dia.
Ela criou o visual do Fedora Core 5 que, para quem não se lem­bra, foi a pri­meira vez que o Fedora teve um visual pró­prio com logo e tema exclu­si­vos… (eu não gos­tei daque­las bolhas, diga-se de pas­sa­gem :-P ).
O Fedora 6 tam­bém foi dela, com o tema DNA… bem melhor, mais som­brio e menos mulher­zi­nha lembra-se?
Atu­al­mente ela está mais ligada na parte de web­de­sign, mas ainda faz alguns papéis de parede para o Fedora… alguns que con­si­dero bons, outros diga­mos… artís­ti­cos demais pro meu gosto, mas o que importa é que a menina é boa. (sem tro­ca­di­lhos). Todas as pági­nas do fedo­ra­pro­ject são cria dela e, diga-se de pas­sa­gem, estão bem melho­res.
Além dos tra­ba­lhos para o Fedora, ela fez o design quase todo do OLPC, incluindo a inter­face e o visual do hard­ware. Esco­lheu as cores, os mate­ri­ais, a dis­po­si­ção de cada deta­lhe… é tudo dela.

Para quem qui­ser conhe­cer mais o tra­ba­lho dela é bem sim­ples; a menina tem um monte de pági­nas por aí, gosta muito de tirar fotos e tem um flog gigan­tesco. Para ver o port­fó­lio dela é só cli­car aqui. Para ir fuçar no flog é aqui e para ver a página dela no Fedora Pro­ject é aqui.

Logo logo, ainda seguindo essa tri­lha, vamos falar aqui do embri­o­ná­rio pro­jeto Fedora Women, um esforço do Pro­jeto Fedora para o público feminino.

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Conheça Diana Fong - a mulher por trás do Fedora
8 de abril de 2008 às 10:10

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1 spacial 8 de abril de 2008 às 7:59

Acho que este comen­tá­rio alfi­ne­tando o KOf­fice foi des­ne­ces­sá­rio, hmmm quer dizer que pro­je­tos com o mesmo fim são perCa de tempo? PAREM o Linux, já que temos o ker­nel do BSD, parem o web­kit, já temos o gecko…

pisada na bola…

Eu uso o OOo e nem por isso acho perCa de tempo o desen­vol­vi­mento do KOf­fice, aliás estou seri­a­mente pen­sando e usá-lo já que o OOo está cada vez mais virando um Bloatware…

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2 Felipe Tonello 8 de abril de 2008 às 11:27

spa­cial, não perca o foco do post cara.. larga mão de ser nerd chato..

Mas então.. dahora, gos­tei do post hehehe ela manda muito.. gos­tei muito dos tra­ba­lhos dela, e é bem gati­nha para ser chinesa(num gosto muito de chi­nes)…
Mas o comen­tá­rio: “uma mulher (bonita) des­car­rega o ambi­ente, torna os dias mais colo­ri­dos, ins­pira poe­tas, can­ci­o­nei­ros, pin­to­res e pro­gra­ma­do­res…“
TOTALMENTE VERDADE hahahaha por mais que você não vai ter nada com a mulher, só de ter mulher bonita por perto já melhora o desem­pe­nho 400%
Não é atoa que quando você vai num res­tau­rante legal, só tem gar­ço­nete gatíssima!

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3 LonelySpooky 8 de abril de 2008 às 11:42

Oi, Spa­cial. Con­cordo com você sobre o KOf­fice, este é um assunto deli­cado, mas ainda acho que do poto de vista da pro­du­ti­vi­dade (num con­texto geral) o KOf­fice perde sua uti­li­dade. Nunca vi alguém que usasse o KOf­fice por causa desta ou daquela fun­ci­o­na­li­dade, ele é uma opção e isso é a parte boa da liber­dade… mas o grande mal da comu­ni­dade Linux é a quan­ti­dade de ener­gia gasta em pro­je­tor secun­dá­rios e que têm pouca chance de pro­je­ção.
Nós nos orgu­lha­mos do OOo, mas sabe­mos que ele está anos luz de ser um Office que faça frente ao M$ Office. para come­çar, con­some 5 vezes mais memó­ria que seu rival e isso sig­ni­fica que uma sim­ples suite de escri­tó­rio vai estar con­su­mindo o mesmo que um SO inteiro. O que acho (e isto é mera­mente minha opi­nião) é que o Pes­soal do KOf­fice com tudo que sabem, deve­riam somar ao Ope­nOf­fice os pro­gres­sos que obti­ve­ram com o KOf­fice, no sen­tido de fazer do OOo um Office melhor.
os casos seme­lhan­tes são mui­tos, como o Inks­cape e o Xara… se as duas equi­pes se jun­tas­sem a comu­ni­dade sai­ria ganhando.
Per­dão se o comen­tá­rio parece pre­con­cei­tu­oso, mas o Linux já não está mais enga­ti­nhando… seria a hora de geren­ciar esfor­ços a fim de torná-lo real­mente viá­vel e competitivo.

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4 LonelySpooky 8 de abril de 2008 às 11:44

Felipe, certa vez dis­se­ram por aí: “Todo o pro­gresso que a huma­ni­dade con­se­guiu, foi sem­pre por um homem que ten­tava impres­si­o­nar uma mulher” :-)

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5 LonelySpooky 8 de abril de 2008 às 14:14

Aliás, vale à pena dizer que atu­al­mente quase tudo em arte no Fedora é deci­dido pela equipe de ArtWork. http://www.redhat.com/mailman/listinfo/fedora-art-list

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6 Morvan 8 de abril de 2008 às 14:47

Mesmo não con­si­de­rando, como o autor do artigo, uma “perda de tempo” a con­ti­nu­a­ção do desen­vol­vi­mento do KOf­fice, con­si­dero que a equipe pode­ria e deve­ria, se já não o faz, con­tri­buir para com o BrOffice.org e asse­me­lha­dos. O KOf­fice tem recur­sos que eu des­co­nheço e que podem e devem jus­ti­fi­car a sua con­ti­nu­a­ção, a des­peito de poder con­tri­buir com outras suí­tes livres. A pro­pó­sito, tra­ba­lho em uma empresa da esfera esta­dual e um das minhas atri­bui­ções é pros­pec­tar e tes­tar SL — can­di­da­tos poten­ci­ais a subs­ti­tui­ção ante softwa­res pro­pri­e­tá­rios com fun­ção simi­lar. Em ana­li­sando o Kivio, o Visio (MS) e o Dia, fiz uma série de comen­tá­rios refe­ren­tes ao Kivio, que, mesmo não o des­me­re­cendo, não o colo­ca­vam como a pro­posta natu­ral do meu órgão esta­tal. O Kivio pode­ria, segundo minha aná­lise, ser mais inde­pen­dente do KOf­fice, acho, e tam­bém, claro, do KDE. O Dia, que mere­ceu o ícone de fer­ra­menta livre eleita, nesta nossa pros­pec­ção, é mul­ti­pla­ta­forma e roda sob qual­quer ambi­ente grá­fico do Linux. Quanto à moça chi­nesa, não me sur­pre­ende; acho-as belas. Todas as mon­go­lói­des (tipo humano, não me inter­pre­tem mal, por favor!) são belas. As japo­ne­sas têm a can­dura eterna de meni­ni­nhas.
Abra­ços,
Mor­van usuá­rio Linux #433640

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7 LonelySpooky 8 de abril de 2008 às 17:05

Não me sur­pre­ende que o Dia tenha sido seu eleito. Ape­sar de sim­ples, ele espanta em fun­ci­o­na­li­dade e ren­di­mento. Uso-o para muita ciosa.
Uma coisa impor­tante de se obser­var sobre o KOf­fice é que ele, sendo da famí­lia K, tem uma maior inte­gra­ção com o KDE, mas o OOo tam­bém vem ten­tando melho­rar a inte­gra­ção com os ambi­en­tes, che­gando até a ser per­so­na­li­zado para cada um. KOf­fice tenta se pres­tar ao mesmo ser­viço que o OOo, acho que esse é o pro­blema. Rein­ven­tar a roda nem sem­pre sig­ni­fica que tere­mos um motor a jato. Ao con­trá­rio, o AbiWord atende a um público dife­rente: o das máqui­nas menos poten­tes e, nesse caso, acho que a equipe do OOo pode­ria aju­dar a equipe do AbiWord.

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8 Clésio Luiz 8 de abril de 2008 às 17:46

Ter ape­nas um pro­jeto impor­tante em uma deter­mi­nada área é peri­goso. Vejam por exem­plo, o caso do OOo. Ele é con­to­lado pela Sun, e só entra código que eles achem con­ve­ni­ente. Tem mui­tos pat­ches inte­res­san­tes que a Sun não ado­tou e que são inclui­dos por fora em algu­mas dis­tri­bui­ções. Fora que o OOo é um tijolo e acho muito difí­cil que a situ­a­ção melhore com o tempo, quando recur­sos adi­ci­o­nais vão sendo imple­men­ta­dos.
O Koffice2 está vindo aí e pro­mete rea­li­zar o sonho de muita gente insa­tis­feita com o OOo, espe­ci­al­mente com rela­ção a interface.

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9 Mythus 8 de abril de 2008 às 18:34

Esse povo pre­fere ficar dis­cu­tindo sobre o KOf­fice em vez de falar de mulher?! ¬¬

Será que essa Diana faz parte do Linux Chicks? Por falar nelas, a orga­ni­za­ção é parada mesmo ou falta contingente?

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10 ramorim 8 de abril de 2008 às 18:51

Muito inte­res­sante sua maté­ria sobre o fan­tás­tico tra­ba­lho de Dia­nan Fong. Espero que outras mulhe­res se ins­pi­rem nela e par­ti­ci­pem mais de nosso mundo.

Agora quanto a sua alfi­ne­tada ao KOf­fice, con­cordo ple­na­mente com o spa­cial. Foi total­mente des­ne­ces­sá­ria. Nin­guém pode jul­gar outro pro­jeto como des­ne­ces­sá­rio. Esta­mos num “bazaar” e toda ini­ci­a­tiva de desen­vol­vi­mento é válida. E é isso que nos torna espe­ci­ais. São milha­res de nós, iso­la­dos ou em gru­pos, desen­vol­vendo o que acha­mos que deve­mos desen­vol­ver. E o que torna mais infe­liz ainda seu comen­tá­rio, é que você não está falando de um pro­jeto aban­do­nado (mesmo se fosse um pro­jeto aban­do­nado, deve­ria incen­ti­var que o mesmo volte a ativa), ou algo pior. O KOf­fice tem melho­rado con­si­de­ra­vel­mente ao longo dos anos. Hoje em dia só temos olhos para sui­tes Office que acom­pa­nhem a com­pa­ti­bi­li­dade Micro­soft? Que perda de tempo. Temos medo de criar docu­men­tos no KOf­fice com a cer­teza de que ele não ser aceito? Pense bem sobre isso e sobre o mundo open-source que você tam­bém faz parte.

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11 ot 8 de abril de 2008 às 20:59

Um dos mai­o­res pre­di­ca­dos da Infor­má­tica é o fato dela ser intui­tiva, o que dá chance de acesso e uso por qual­quer pes­soa, mesmo que ela nada entenda dos seus por­me­no­res téc­ni­cos. Tal­vez seja esse o prin­ci­pal dis­po­si­tivo de sua democratização.

E intui­ção é um atri­buto feminino!

Só obje­ti­vi­dade não dá. Con­de­na­ria o setor a uma estagnação.

Tal­vez esteja aí (a pre­sença femi­nina na Infor­má­tica) uma porta para sua reno­va­ção. Tal­vez seja, com a entrada de mais mulhe­res no setor, o iní­cio de uma revo­lu­ção, onde não tenha­mos que ape­nas enten­der car­te­si­a­na­mente os pro­ces­sos tec­no­ló­gi­cos, mas senti-los, percebê-los com o sentimento.

Tal­vez venha das mãos da mulher a ges­ta­ção da alma do computador…

Tal­vez por isso (nossa mas­cu­lina esté­tica reti­lí­nea) é que as bolhas da “boa moça” tenham incomodado.

Mulher, na cabeça do homem, ainda é um bibelô, um altar de ado­ra­ção, um estra­nho objeto de desejo (e viva Luís Buñuel)!

Ot.

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12 LonelySpooky 8 de abril de 2008 às 22:19

Ot, de fato. O Pro­jeto Fedora vem pen­sando no Fedora Women aqui no Bra­sil, mas o pro­blema são os genes. Como homens pode­riam supor cui­dar de tal assunto?
Há coi­sas que só uma mulher vai con­se­guir pen­sar e pro­du­zir (e como vemos o OLPC é um pri­mor de bom gosto).

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13 LonelySpooky 8 de abril de 2008 às 22:31

Ramo­rin, uma rea­li­dade do Linux e que mui­tos igno­ram é que há tem­pos (no cená­rio glo­bal do Linux) a comun­dade vem em segundo plano. Qual a sua dis­tri­bui­ção? Se for uma das gran­des, é bem pro­vá­vel que os bugs que você relata sejam igno­ra­dos, para dar um exem­plo comum.
Agora são empre­sas que cola­bo­ram para o desen­vol­vi­mento do Linux, como vemos no ran­king dos mai­o­res con­tri­buin­tes para o Ker­nel. Ape­nas 3% é con­tri­bui­ção comu­ni­tá­ria, o Resto, Red Hat, Suse, Ora­cle…
Não existe empresa boa­zi­nha e são elas, as empre­sas, que deci­dem o que é melhor pro seu e pro meu Linux.
Os pro­gra­mas aber­tos, cola­bo­ra­ti­vos exis­tem aos mon­tes, mas estes são aque­les com­pos­tos por 4 desen­vol­ve­do­res que pre­ci­sam cui­dar da famí­lia ou da Uni­ver­si­dade e só pro­gra­mam nos fins de semana e/ou feri­a­dos. O pro­grama fica na ver­são 0.1 por meses ou anos e como são mui­tos os casos assim, instaura-se uma babel de pro­gra­mas de baixa qua­li­dade, mui­tas vezes ama­do­res e que pre­ju­di­cam a ima­gem do sis­tema diante de um usuá­rio novo.
Não é, claro, que o KOf­fice seja um pro­grama ama­dor. Bem pelo con­trá­rio, mas é como o que­rer fazer do Kon­que­ror um nave­ga­dor padrão… você pode fazê-lo? Sente-se à von­tade em sim­ples­mente saber que o Kon­que­ror tam­bém pode ser um web brou­ser? Mas cá entre nós… vai, real­mente usá-lo como web browser?

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14 LonelySpooky 11 de abril de 2008 às 19:22

Mythus, o Akys­met te pegou de novo. >_< e sobre as Linux Chix… só deus sabe

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15 Carlos Aquino 12 de abril de 2008 às 22:35

Eu vi umas fotos no flog que você linkou…ela é aquela que tem uns den­tes (os pivos) podres ou “amarronzados” ?

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16 Alguém 21 de abril de 2008 às 16:43

Cara, em rela­ção ao KOf­fice eu o uso e num sinto falta nenhuma do OOo. Não sou um heavy user de pro­gra­mas offi­ces mas ele con­se­gue me suprir com as minhas neces­si­da­des bási­cas. E se você esti­ver usando o KDE ele con­se­gue ser tão rápido e leve quanto o Abiword. No meu com­pu­ta­dor (uso o Fedora 8 LiveCD-KDE) ele con­some 10% de CPU e ape­nas 3% de memó­ria. Só pra você com­pa­rar: Auda­ci­ous = (player con­si­de­rado super leve) 2% de memó­ria e 10% de CPU ; Ktor­rent = 13% de memó­ria e 10% de CPU ; Kon­que­ror = 3% de memó­ria e 10% de CPU e pra encer­rar um peso pesado , Fire­fox = 21% de memó­ria e 40% de CPU. Como você pode ver o desem­pe­nho do KOf­fice (no caso, o Kword) foi seme­lhante ao do Kon­que­ror , ou seja , muito rápido e bem ajus­tado ao sis­tema como um todo. Pena que não tenha ins­ta­lado o OOo pra com­pa­rar mas no Fedora 7 eu o usava (usava tb o Gnome) e ele era lee­e­ennnnnttt­to­o­o­ooo. Pra car­re­gar a pri­meira vez era uma peleja =P.

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17 Samuel 5 de junho de 2008 às 14:09

Uma das coi­sas que mais me cha­mou a aten­ção no Fedora foi o sua arte grá­fica. Eu já deve­ria ima­gi­nar que aquela coisa bonita não foi feita por homem.…rsrs

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18 LonelySpooky 13 de abril de 2008 às 0:15

:-) Pior que não sei… mas se ela estu­dou na Ingla­terra é bem pro­vá­vel, já que a higi­ene bucal dos ingle­ses não tem boa fama. haha

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