A difícil arte da migração: como fazer amigos e influenciar pessoas

by LonelySpooky

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Desde que o Linux existe, nas cabe­ças e cora­ções de toda a comu­ni­dade figura o ideal de um mundo 100% livre, onde as pes­soas, final­mente, enten­de­rão os bene­fí­cios do Open Source, ins­ti­tui­ções públi­cas e empre­sas 100% lega­li­za­das e ple­na­mente fun­ci­o­nais com o pin­guim e os sis­te­mas pro­pri­e­tá­rios, cada vez mais acu­a­dos, come­çam a mudar suas pos­tu­ras de negócio.

A rea­li­dade, no entanto, é um pouco mais cruel. O fenô­meno do soft­ware livre aca­bou se depa­rando com uma bar­reira antiga e que está acos­tu­mada a levar à extin­ção mui­tos ramos pro­mis­so­res de negó­cios: a pirataria.

Esperava-se que nos (assim cha­ma­dos) paí­ses de ter­ceiro mundo o Linux seria um impor­tante ator na igua­li­za­ção digi­tal. Todos ima­gi­na­vam nos­sas ter­ras cheias de com­pu­ta­do­res ves­ti­dos de Debian, Man­drake, Suse e Red Hat (Ubuntu não exis­tia), mas aqui, para nós no Bra­sil, na Índia, em Taiwan, na China e na maior parte do mundo, o soft­ware pro­pri­e­tá­rio tam­bém é quase de graça e nesse caso, a esco­lha é bem óbvia.

Ape­sar da rea­li­dade não ser tão bonita quanto gos­ta­ría­mos, a migra­ção, assim como a evan­ge­li­za­ção, são pos­sí­veis e um fator deter­mi­nante, mas que é o ponto fraco da comu­ni­dade Linux, é o tato e a suti­leza na hora do con­ven­ci­mento e da implantação.

Linu­xis­tas são vis­tos como arro­gan­tes (mesmo entre os pró­prios Linu­xis­tas) já que mui­tas vezes um téc­nico ou um pro­gra­ma­dor está fora da rea­li­dade do usuá­rio e escapa-lhe ver “o outro lado da moeda”.

Depois de alguns anos, che­guei à con­clu­são de que o des­co­nhe­ci­mento e o pre­con­ceito do usuá­rio, ali­a­dos à pre­guiça de apren­der algo novo são pro­ble­mas que devem ser ven­ci­dos gra­da­ti­va­mente. Por quan­tas e quan­tas vezes, ao ver que eu estava ins­ta­lando Linux em sua esta­ção, o usuá­rio, com olhos supli­can­tes, per­gun­tava: “não pode ins­ta­lar o XP?”. Por isso come­cei este artigo e espero que seja de alguma valia para quem lida sem­pre com essa realidade.

1 – Linux é bom; Win­dows é ruim! Minha dis­tri­bui­ção é a melhor; as outras fedem!

Esta pos­tura idi­ota ape­nas con­tri­bui para a má fama do Linux frente aos lei­gos. Em vez de per­der tempo falando mal do sis­tema dos outros, con­cen­tre seus esfor­ços em mos­trar como o seu sis­tema é bom. O usuá­rio, na ver­dade, não se importa com o sis­tema ope­ra­ci­o­nal. Num mundo per­feito as pes­soas nem ouvi­riam falar em Win­dows e Linux, ape­nas se pre­o­cu­pa­riam em viver enquanto o com­pu­ta­dor faz o que deve­ria fazer. Você fazer lon­gos dis­cur­sos infla­ma­dos à Stall­man para quem, sim­ples­mente, não se importa é perda de tempo. Em vez de meter o pau, mos­tre que a solu­ção livre fun­ci­ona e não seja egoísta: deixe bem claro que tem Linux para todos os gos­tos. Se o usuá­rio não gos­tar do Fedora, tem o Ubuntu, o Man­driva, o open­Suse… e um deles, cer­ta­mente vai agradá-lo.

2 – Você TEM que usar!

Toda mudança é trau­má­tica e fica ainda pior quando é brusca e for­çada. Empur­rar o Linux goela abaixo ape­nas vai aumen­tar a repulsa pelo sis­tema. Uma boa solu­ção para isso é come­çar a subs­ti­tuir os softwa­res pro­pri­e­tá­rios pelas solu­ções livres gra­da­ti­va­mente. Tro­que o MS Office pelo Ope­nOf­fice, o Inter­net Explo­rer pelo Fire­fox, o Outlook pelo Thun­der­bird ou Evo­lu­tion e comece migrando sua pró­pria máquina. Tudo que é novo leva tempo, por isso, deixe que vejam você usando. Sem­pre vai haver alguma con­versa sobre vírus ou outro tipo de malware e esta é sua chance de dizer que se sente seguro quanto a isso por­que Linux não pega vírus.

Tomo como exem­plo de caso meu irmão, que é o típico usuá­rio: música, vídeo, MSN e mui­tos down­lo­ads. O com­pu­ta­dor tinha um dual boot onde eu man­ti­nha o Fedora e o XP usando uma cone­xão wire­less que caía cons­tan­te­mente. Meu irmão ficava intri­gado ao ver que minha cone­xão nunca caía e que, além de tudo, tam­bém eu podia ver vídeos, nave­gar e usar MSN. Foi pen­sando somente no pró­prio bene­fí­cio que ele come­çou a usar o Linux e hoje em dia já enten­deu que pode gra­var DVDs com o K3b, bater papo com o aMSN, ouvir músi­cas com o Ama­rok e ver vídeos no Kaf­feine (player favo­rito dele).

Não man­dei que ele migrasse e nem arran­quei o Win­dows, ele viu e per­ce­beu que funciona.

Meu pró­prio movi­mento de migra­ção foi gra­da­tivo. Antes, era 90% do disco pro Win e 10% pro Línux, depois 50% pra cada. Em pouco tempo 90% do disco tinha Linux e, final­mente, 100%.

3 – Seja cruel!

Aquele Win XP da con­ta­bi­li­dade, final­mente deu seu último sus­piro… Vá dar uma olhada, mexa nuns fios, coce o cava­nha­que e, de cha­péu na mão, dis­pare: “infe­liz­mente, não há muito que pos­sa­mos fazer… se pelo menos fosse soft­ware original…”.

Mas, falando sério, não tenha receio de mos­trar para o usuá­rio que o soft­ware dele não tem nenhum tipo de suporte devido à natu­reza pira­tesca. É como ven­der seu voto: uma vez que você votou por dinheiro, nem pense em exi­gir saúde, edu­ca­ção e impos­tos mais jus­tos. O com­pro­misso do polí­tico com você ter­mina no momento em que o dinheiro muda de dono. Com o soft­ware pirata é assim tam­bém: você usa, mas não tem o direito de recla­mar. For­mate e sem­pre alfinete.

4 – Con­vença o seu chefe.

A cara feia do chefe vale mais que mil pala­vras. Se a che­fia con­cor­dar com a migra­ção você estará com a faca e o queijo na mão.

Na hora de con­ven­cer seu chefe, lembre-se: não inte­res­sam os boni­tos ide­ais da FSF, o que ele quer são resul­ta­dos e bene­fí­cios e na hora de expô-los, seja rea­lista. Nem tudo são flo­res no mundo Linux. Diga ao seu chefe que, com Linux, será pos­sí­vel ter mais con­trole sobre as máqui­nas, auto­ma­ti­zar tare­fas vitais como bac­kups diá­rios, parar de se pre­o­cu­par com vírus e gozar de uma segu­rança um pouco (ou muito) maior, mas não se esqueça dos pon­tos nega­ti­vos que são a curva de apren­di­zado – a pro­du­ti­vi­dade dos fun­ci­o­ná­rios vai cair durante um tempo, mas logo volta a cres­cer – será pre­ciso parar alguns seto­res por alguns dias para a imple­men­ta­ção, dar trei­na­mento aos fun­ci­o­ná­rios e des­car­tar hardwa­res incom­pa­tí­veis. Mos­tre que isso não é uma des­pesa e sim um inves­ti­mento e, por último, mas não menos impor­tante, fale sobre a tranqüi­li­dade de parar de usar soft­ware pirata, estar 100% lega­li­zado e poder bra­dar isso aos qua­tro ven­tos. Tenha tudo escrito, docu­men­tado e apre­sente um caso de sucesso, como o do MPE de Tocan­tins, onde a galera deu show.

5 – Padro­nize tudo.

Padro­ni­za­ção é a pala­vra chave. Tendo o aval do chefe padro­nize o máximo de coi­sas que puder. Não tente tra­ba­lhar com várias dis­tros ao mesmo tempo pois cada uma é dife­rente em algum ponto e isso pode ser ruim. Se tudo for padro­ni­zado, sig­ni­fica que tudo poderá, tam­bém, ser docu­men­tado e até um macaco poderá rea­li­zar tare­fas no caso de você ir fazer um trans­plante de cora­ção ou cair de avião na Cor­di­lheira dos Andes.

Numa situ­a­ção ideal seu chefe diria com a mão em seu ombro “Meu filho, isso é o que está­va­mos pre­ci­sando por aqui! Um jovem com garra! Pode fazer o que for pre­ciso… e tome aqui um aumento!”. Se for pos­sí­vel, padro­nize tam­bém o seu hard­ware. Jogue fora todo o lixo tec­no­ló­gico e tro­que por hard­ware de con­fi­ança, que você sabe ser com­pa­tí­vel e encon­trará as peças de olhos fecha­dos. Entenda que esse gasto vai ser com­pen­sado no futuro da seguinte forma: se todas as máqui­nas forem dual core de 2,4 Ghz e elas fun­ci­o­na­rem bem, sig­ni­fica que vão fun­ci­o­nar bem inde­fi­ni­da­mente e depen­dendo das con­di­ções e do cui­dado do usuá­rio, podem ter uma loo­o­onga vida.

O pior inferno na minha vida é pegar o Linux e ter que instalá-lo em hard­ware bizarro. Uma placa de rede KTL em um P233 de 2 MB de vídeo usando uma mal­dita impres­sora matri­cial da década de 70. São horas ou tal­vez dias de tra­ba­lho estres­sante onde a rela­ção custo/benefício é desfavorável.

6 – Faça aos pou­cos, mas faça.

Ao con­trá­rio do que pode pare­cer, migrar não é como numa ins­tall­fest onde você vai, ale­gre­mente e de máquina em máquina fazendo o show da for­ma­ta­ção. É pre­ciso fazer bac­kups com todo o cui­dado, agen­dar sua ida ao local para que a equipe se estru­ture de modo a não sofrer muito com a situ­a­ção atí­pica e estar pre­pa­rado para res­pon­der a even­tu­ais per­gun­tas. Ao res­pon­der tranqüilize-os, diga que vai ser uma boa mudança e que o suporte vai estar á dis­po­si­ção para escla­re­ci­men­tos e helpdesk.

7 – Não abra concessões.

Mesmo que aquela menina linda de olhos ver­des e minis­saia lhe peça, não abra con­ces­sões na hora de ins­ta­lar os softwa­res. “Tem como colo­car Win­dows na minha máquina?”. A res­posta é não!Se você fizer pra um, vai ter que fazer pra todos e quem cede um pouco cede muito.

Se você tiver tudo sob con­trole, mesmo em situ­a­ções de crise a reso­lu­ção não vai ser muito dolo­rosa. Quando você estru­tu­rar tudo para fun­ci­o­nar em Man­driva, por exem­plo, aquele esper­ti­nho que gosta de usar Knop­pix não deve ter per­mis­são para instalá-lo e isso deve ficar bem claro. Você é o téc­nico e o usuá­rio só USA. Ele não decide nada.

8 – Não tenha ver­go­nha do WINE

Bus­que sem­pre a solu­ção livre antes de tudo mas, em último caso, apele pro WINE. Se aquele pro­grama essen­cial não existe para Linux isso pode jus­ti­fi­car uma não migra­ção. Faça tes­tes e expe­ri­mente o WINE, que está muito maduro e con­se­gue resul­ta­dos espantosos.

No fun­ci­o­na­lismo público, por exem­plo, é comum softwa­res que só exis­tem para Win­dows serem usa­dos para trans­fe­rên­cia de dados. Antes de migrar, esteja certo de cobrir cada cen­tí­me­tro de ter­reno. Você vai estar lutando con­tra a má von­tade do usuá­rio tam­bém e qual­quer coisa fora do nor­mal será pre­texto para reclamação.

9 – Migrou? Pre­pare os calmantes.

Pode ser que não acon­teça, mas é bas­tante impro­vá­vel… o tele­fone vai tocar e vai tocar muito. Bote uma música suave tocando no ambi­ente, pin­tu­ras em tons pas­téis nas pare­des e pro­vi­den­cie uma bela janela com pai­sa­gem, senão você vai aca­bar matando alguém. =)

Logo após a migra­ção começa o movi­mento anti-migração. O pro­pó­sito deles é tor­nar sua vida tão mise­rá­vel que você nunca mais vai que­rer ver um pingüim na sua frente, por isso, prepare-se e tenha em mente o item 7. Com o tempo as pes­soas se acos­tu­mam e logo vão usar o Linux como se sem­pre tives­sem usado. Você vai se depa­rar com todos os tipos de pro­ble­mas: pes­soas real­mente con­fu­sas bus­cando ajuda, pes­soas que sabem, mas fize­ram alguma bes­teira e pes­soas cheias de má von­tade, que vão tele­fo­nar para per­gun­tar imbe­ci­li­da­des do tipo “como se clica no menu?”.

Afir­ma­ções do tipo “eu não vou usar isso”, “eu odeio o Linux” e “vou falar com o chefe” podem acon­te­cer. Lembre-se do item 7.

10 – Chan­ta­gem emocional

Depois de migrar, aí sim, use toda a sua dia­lé­tica. Fale de como é bonito o movi­mento de soft­ware livre, emocione-se, faça valer a sua veia tea­tral de modo que as pes­soas se sin­tam tão mal por usar soft­ware pirata que até em suas casas vão que­rer Linux.

Estou exa­ge­rando? Garanto que não. De tanto eu falar meus ami­gos e paren­tes já come­çam a migrar aos pou­cos – e sem eu nem tocar no assunto deles migrarem.

Isso acon­tece por­que eu sem­pre comento sobre a rela­ção pirataria/furto, sobre as dores de cabeça de sem­pre ter que crac­kear os pro­gra­mas (cada vez mais inte­li­gen­tes) e digo que, no futuro, crac­kear um soft­ware vai ser tanta enche­ção de saco que acaba valendo com­prar o ori­gi­nal ou usar o soft­ware livre.


Enfim, o con­ven­ci­mento das pes­soas não se faz pela força. Infe­liz­mente, nem a mai­o­ria da comu­ni­dade Linux está pre­pa­rada para evangelizá-lo e acaba con­tri­buindo inver­sa­mente no processo.

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1 Eunir Augusto 25 de julho de 2008 às 15:31

Meus para­béns, Hen­ri­que. Exce­lente texto!!!

O Ander­son Mene­zes e o pes­soal do Minis­té­rio Público do Tocan­tins “deram show”. Real­mente, não há outro termo para des­cre­ver o tra­ba­lho desen­vol­vido por lá.

Um forte abraço.

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2 Erick Henrique 25 de julho de 2008 às 15:37

Ótimo post Lonely

Reflete per­fei­ta­mente as situ­a­ções mais comuns num pro­cesso migra­tó­rio de soft­ware pro­pri­e­tá­rio para soft­ware livre.
Já pas­sei por mui­tas des­tas situ­a­ções enquanto admi­nis­tra­dor de redes. Vlw

Responder

3 Fernando Leme 28 de julho de 2008 às 7:59

Hen­ri­que.

Seu texto é muito bom e bem humo­rado. Para­béns, eu mesmo pas­sei por várias situ­a­ções seme­lhan­tes às que vc des­cre­veu.
Só que­ria te dar uma dica. Seria legal desen­vol­ver sua ale­gada rela­ção pirataria/roubo, dando uma olhada no Ronaldo Lemos e no Lawrence Les­sig. Velho, é muito legal…

Abra­ção

Responder

4 solano krabbe 28 de julho de 2008 às 8:13

Exce­lente texto. Se todos tivés­se­mos essa cons­ci­ên­cia desde o iní­cio da popu­la­ri­za­ção do Linux, hoje tal­vez não tra­va­ría­mos essas “bata­lhas”.
Guar­dei para con­sulta. Parabéns.

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5 Gilberto 28 de julho de 2008 às 8:57

Para­béns Hen­ri­que, vc colo­cou bem as pala­vras, prin­ci­pal­mente quanto a pira­ta­ria.
”… se pelo menos fosse soft­ware ori­gi­nal…”
É difí­cil hoje vc encon­trar e dar suporte a uma esta­ção de tra­ba­lho na ini­ci­a­tiva pri­vada (estou sendo oti­mista aqui!) ple­na­mente ori­gi­nal.
Mas me diga aí, vc já se depa­rou com algum caso onde pre­ci­sa­ria migra não somente os paco­tes de escri­tó­rio mas tam­bém sis­te­mas de infor­ma­ção?
Nesse caso acho um pouco difí­cil o WINE aju­dar.
Valeu,

Gil­berto

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6 Renato Giovanny 28 de julho de 2008 às 10:10

Ótimo texto. Per­su­a­sivo sem ser chato. Me fez des­co­brir qual a razão do meu fra­casso em migrar para o linux. A culpa foi minha, não dele.

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7 nilton 28 de julho de 2008 às 11:30

Bom: o nome é Nil­ton, linu­xu­sers.
Tive o WINDOWS XP para­lelo no meu PC, e tomei uma ati­tude radical;removi o win­dows e inta­lei( eu mesmo)o GNU/LINUX( FEDORA CORE 8). Não sou nenhum espe­ci­a­lista no assunto, e acho facil usar o linux. Nunca gos­tei do WINDOWS e me deu todo tipo de pro­blema, inclu­sive a fami­ge­rada “tela
azul”. Estou ado­rando o GNU/LINUX.Não uso anti­vi­rus, não des­frag­mento disco e nem faço lim­peza de disco. No exato monento em que estava pro­du­zindo este texto ouvia uma musica mara­vi­lhosa no meu toca­dor MP3 RHYTMBOX.FELICIDADES PRA TODOS.….…FUUUUUI

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8 Tonho da Lua 28 de julho de 2008 às 11:58

Quase, per­feito… achei fan­tás­tico teu artigo, acho que deve­ria man­dar para o BR-Linux, acre­dito que esse artigo é a cara do augusto cam­pos, bem humo­rado e bem escrito, com situ­a­ções rea­lis­tas e meios de “contorno”.

Eu digo Quase, é por­que sou a favor da pira­ta­ria, ainda acho os softwa­res como o Win­dows e o Office muito caros, ou cd’s de músi­cas que cus­tam R$40 R$60 reais, que pouco pagam o artista e muito ganham as gra­va­do­ras. Acre­dito que no futuro a pira­ta­ria não será mais neces­sá­ria devido a um ama­du­re­ci­mento nos mode­los de negó­cios. Já viu o Gil­berto Gil, ele dis­po­ni­bi­li­zou suas músi­cas pela CC. Tem uma banda Curi­ti­bana que fez seu disco em pen­drive, e por ai adi­ante. Eu sei que posso ser cru­ci­fi­cado por isso, mas acho que foi um pou­qui­nho infe­liz no tópico 3. Quero dei­xar claro, mais uma vez, que essa é minha idéia e não quero nem pre­tendo impor meu pen­sa­mento (“Nada orto­doxo?) aos lei­to­res desse tópico.

Responder

9 Eugenio Neto 28 de julho de 2008 às 12:25

Já uso Linux há alguns anos, a esta­bi­li­dade e segu­rança do sis­tema são incon­tes­tá­veis, porém a cul­tura Micro­soft tem raí­zes pro­fun­das, o Bill Gates é um exce­lente empre­sá­rio e um gênio do mar­ke­ting, a Empresa con­ti­nu­ará usando de todas as armas para impe­dir o avanço de qual­quer outro sis­tema ope­ra­ci­o­nal e pre­ser­var o seu impé­rio, infe­liz­mente vere­mos este mono­pó­lio vin­gar por mui­tos anos, devido a aco­mo­da­ção por parte dos usuá­rios e o jogo de inte­res­ses pes­so­ais dos admi­nis­tra­do­res das empre­sas. Mas com o Open Source existe uma luz no fim do túnel.

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10 LonelySpooky 28 de julho de 2008 às 12:44

De fato, o SL ainda tem muito que ama­du­re­cer e acho que o dia vai che­gar. O dia, no caso, seria quando o SL for tão bom ou melhor que o pro­pri­e­tá­rio e, sim­ples­mente, só vai pagar quem real­mente qui­ser pagar.
Não sou dos que cri­ti­cam o Bill, muita gente pode não gos­tar, mas gosto dele e, fran­ca­mente, acho o Linus um babaca. A pes­soa Linus Tor­valds tem o mesmo espí­rito de porco que esses desen­vol­ve­do­res cegos que acham que sabem tudo.
Pode ser inge­nui­dade minha, mas acho que o modelo pro­pri­e­tá­rio está em declí­nio e que as empre­sas fecha­das vão ter que apren­der a ganhar dinheiro com SL.

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11 patrick fernandes 28 de julho de 2008 às 13:21

pos­tei algo pare­cido com o seu post. vou rela­ci­o­nar ele no meu post blz.
pos­tei no blog Tecn­lo­gia comen­tada, dá uma olhada. http://tribunadonorte.com.br/blog/tecnologiacomentada/
titulo do post: Por­que tro­car o linux pelo windows?

Responder

12 Olavo Giampietro 28 de julho de 2008 às 14:11

Cara muito bom o seu texto. Os exem­plos que voce citou sao per­fei­tos. Na parte em que voce falou dos 50% 60%.…..tambem acon­te­ceu comigo!!!!
Vou impri­mir o seu texto e entre­gar para mui­tos amigos!!!!!

Responder

13 LonelySpooky 28 de julho de 2008 às 14:22

Bom saber que o pes­soal se iden­ti­fica e se anima. Obrigado

Responder

14 Hermes Vilela 28 de julho de 2008 às 19:02

Antes de mais nada Para­béns, seu texto é limpo e obje­tivo, sou usuá­rio linux desde 2000 e já sofri inú­me­ras inda­ga­ções “isso presta, vale a pena, se presta por que eu so conheço você que sua” e por ai vai, sabe­mos que, e como você mesmo afir­mou “nem tudo são flo­res”, mas para um belo jar­dim os espi­nhos são essen­ci­ais, prin­ci­pal­mente quando pro­te­gem a ver­da­deira beleza.

Mas parando com toda essa filo­so­fia, o pro­cesso de migra­ção deve ser real­mente assim; o ser humano é coberto de para­dig­mas, e so con­se­gui­mos mudar quando per­ce­be­mos que o novo é tão bom quanto o que já usa­mos. Hoje em dia eu não tra­ba­lho mais com tec­no­lo­gia, sou da época do Juras­sic Park, mas em meu escri­tó­rio todo é livre e roda Debian, puri­nho puri­nho. Para­béns e con­ti­nue com este mesmo entusiasmo.

Responder

15 Johnson 28 de julho de 2008 às 19:18

Cara, gos­tei mesmo do teu artigo, exce­lente.
Pra mim ñ foi tão difí­cil a migra­ção.
Uso o linux a 5 meses, já ñ uso mais o win­dows, e nesse peri­odo aprendi mais acerca de infor­má­tica do q em 15 anos no win­dows.
Tenho varios ami­gos q ja migra­ram para o linux, alguns tem a mesma dis­tro q eu. Outros usam outras dis­tros, nenhum deles acha o linux assim tão difi­cil.
Com eles eu segui pelo mesmo “cami­nho” q vc está indi­cando nesse seu arquivo, e gra­ças a Deus todos os q eu indi­quei o linux, estão se adap­tando muito bem

Vlw mesmo pelo exce­lente arquivo

Responder

16 Cafetron 28 de julho de 2008 às 22:54

Cara, isso foi exce­lente.
Ótimo blog, por sinal! Che­gando em casa eu te coloco na lista de favo­ri­tos no Nebu­losa ;)

Responder

17 Pedro 28 de julho de 2008 às 23:45

Para­béns, muito bom o seu artigo! Gos­ta­ria ape­nas de sali­en­tar que não acho cor­reto uili­zar como argu­mento de con­ven­ci­mento o fato de “não exis­tir vírus para linux”. Na ver­dade, é mais cor­reto dizer que exis­tem pouquís­si­mos malwa­res (este termo é mais abran­gente), e que ainda assim, o esquema de segu­rança do SO dimi­nui em muito o poder des­tru­tivo de even­tu­ais malwa­res que venham a se ins­ta­lar na máquina.

Responder

18 dial-UP 29 de julho de 2008 às 13:39

Como sem­pre falo: Temos que parar de falar mal das outras dis­tros: “é tudo linux !”. Temos que parar de falar mal da Micro.…: “e res­pei­tar o direito (livre) do usuá­rio”. Para­béns pelo texto.
http://br-linux.org/2008/comparativo-mandriva-x-opensuse/?xmostratodos#comment-14188

Responder

19 Fernando 30 de julho de 2008 às 17:17

Está de para­béns esse texto. Vou apresentá-lo às pes­soas com quem venho fazendo pro­pa­ganda subli­mi­nar do Linux prá ver se elas se tocam e mudam de uma vez. :D
Por­que de fato: quando a gente não mal­trata o soft­ware pro­pri­e­tá­rio mas ape­nas mos­tra o que tem de legal no livre as coi­sas andam muito mais rápido e de forma suave.

Responder

20 Rob Ville 30 de julho de 2008 às 17:29

Pri­mei­ra­mente quero dizer que seu texto é muito bom. Mesmo sendo tão bem humo­rado ele fala de algo impor­tante e sério. Parabéns!

Faz uns dois anos que usei linux pela pri­meira vez (Kuru­min 5) e desde então venho apren­dendo mais e mais sobre o sis­tema e sobre o Soft­ware Livre. Não sou for­mado na área, mas gosto muito de infor­má­tica e prin­ci­pal­mente, hoje, de linux.

Ainda não migrei com­ple­ta­mente, mas hoje pro­curo fazer muita coisa no linux e em um futuro (não muito dis­tante, espero) migrar com­ple­ta­mente. E se depen­der da evo­lu­ção das apli­ca­ções Open Source, isso não deve demo­rar muito, pois vejo que elas têm ama­du­re­cido bas­tante nes­tes dois anos em que acom­pa­nho o pingüim.

Responder

21 cristo 30 de julho de 2008 às 18:19

Con­cordo com seu texto, é melhor uma com­pa­ção seguida de “inveja” do usuá­rio para que que­ria usar alguma dis­tro que seja apre­sen­tada, por enquanto estou cau­sando inveja a alguns usuá­rios para se inte­res­sa­rem por este sis­tema (open­Suse), e espero con­ven­cer algu­mas pes­soas só com o KDE 4.1

Responder

22 Marlon de Paula 30 de julho de 2008 às 19:12

Muito bacana o texto,mas…
Antes de qual­quer migra­ção tem que ava­liar direi­ti­nho se vale a pena ou não.Pois nem sem­pre o Soft­ware Livre te dará um custo/benefício favorável.

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23 Rafael O_TAL 30 de julho de 2008 às 20:23

Minha irmã usa linux desde o pri­meiro con­tato com o com­pu­ta­dor, há 4 anos atras, que eu ins­ta­lei e dei de pre­sente. Sema­nas atras, tro­quei o hard­ware e ins­ta­lei o win­dows, ela nao gos­tou, disse: “nossa, que win­dows ruim! volta com o linux!”. Me pegou de sur­presa, quase morri de ale­gria.… aaa se todas fos­sem assim! Linux ins­ta­lado novamente!

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24 LonelySpooky 30 de julho de 2008 às 20:43

Haha Mas pq vc colo­cou win­dows no PC, rapaz? Tava zan­gado com ela?

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25 Rafael O_TAL 30 de julho de 2008 às 20:51

Acon­tece que ela sem­pre pedia pra ins­ta­lar o win­dows, pq as ami­gas usam o win­dows… ins­ta­lei e ela disse que as ami­gas são doi­das de usar “esse negó­cio difí­cil”. Ela achou um absurdo cli­car em Ini­ciar para Des­li­gar.. ahahah!

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26 LonelySpooky 30 de julho de 2008 às 21:01

:-) Minha mãe esco­lheu Linux e, mais ainda, pre­fe­riu GNOME. =) O cúmulo da sim­pli­ci­dade o GNOME, ótimo pra iniciantes.

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27 Neylor 30 de julho de 2008 às 21:12

Muito bom! É gra­ti­fi­cante ver na prá­tica a “expe­ri­ên­cia” falar. Meus parabéns!

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28 UN 30 de julho de 2008 às 22:04

Ih, me senti mal agora…

Uso Linux há um ano e meio, come­cei no Kuru­min 7, e agora per­cebo o quanto aca­bei con­tri­buindo para que os meus paren­tes e ami­gos sen­tis­sem raiva (ou ódio?) do Linux. Afi­nal, tente-lhes empur­rar goela abaixo e me dei mal (ou quem se deu mal foram eles… hehehe).
Meu tio, por exem­plo, que tem um estú­dio e usa o Soud­Fourge e vários outros pro­gra­mas. Ele sim­ples­mente acha iló­gico eu con­ti­nuar usando o Linux, e agora sei que a culpa é toda minha.

No meu estado (MT) há um certo movi­mento anti-linux, pois o sis­tema tem muita má fama por parte dos usuá­rios, prin­ci­pal­mente dos que jogam no PC. É comum cenas de “Ten­tei ins­ta­lar o Half-Life (o CS tá proi­bido…) e não con­se­gui…” e alguns exem­plos que você mesmo deu no seu artigo.

Muito bom o post. Mos­tra bem a rea­li­dade.
Pro­meto ser mais sutil de hoje em diante…

Ah, me des­culpe pelo coment longo…

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29 Eduardo Rocha 30 de julho de 2008 às 22:37

Belis­simo texto.
Muito bom, tento fazer isso em casa e um dia eu con­sigo.
vou pos­tar no meu blog.
Abraços!

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30 Olnei 30 de julho de 2008 às 22:46

Exce­lente artigo. Ainda me con­si­dero ini­ci­ante no Linux, onde estou desde outu­bro do ano pas­sado. Usei várias dis­tros e me fixei no Ubuntu. Estou muito satis­feito e,sempre que posso, tento evan­ge­li­zar ami­gos, paren­tes e conhe­ci­dos em prol do sis­tema, pelo sim­ples fato de que sou con­tra a pira­ta­ria e de estar con­ven­cido de que o Linux é muito melhor.

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31 paulo pontes 31 de julho de 2008 às 9:20

qual o solu­ção de IM que vc reco­menda para subs­ti­tuir o msn?

Uso muito para con­fe­ren­cias usando audio e video e o amsn não tem esta feature

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32 LonelySpooky 31 de julho de 2008 às 9:59

O dMSN é o que mais se apro­xima:
http://linux-fedora.org/wiki/index.php?title=MSN_Mercury
Esse é um tuto que escrevi faz um tempo, por­que muita gente gosta dele, mas pouca gente con­se­gue ins­ta­lar por causa do java.

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33 Claudio 31 de julho de 2008 às 10:14

Hen­ri­que!
Como foi bom ler este seu artigo! Estou em plena fase ini­cial de tran­si­ção, na minha empresa, para o Linux. Não sou da infra e por isso me ofe­reci para minis­trar pales­tras sobre o assunto. Já estou pre­pa­rando o mate­rial neces­sá­rio, e foi neste momento que seu artigo chegou.

Mui­tas coi­sas que pen­sei antes de fazer minha pri­meira apre­sen­ta­ção para a dire­to­ria estão escri­tas aqui. E estou levando para a pales­tra muito de todas essas tôni­cas que você citou.

Na ver­dade sou ape­nas um entu­si­asta, que se per­mi­tiu ins­ta­lar o Ubuntu no pró­prio note­book e usar o Win­dows vir­tu­a­li­zado *ape­nas* por­que era neces­sá­rio no ambi­ente do cli­ente. Hoje, 3 cole­gas de tra­ba­lho já estão uti­li­zando o Ubuntu, e agora, a empresa está come­çando a se pre­pa­rar para isso.

Agra­deço a você por essa cola­bo­ra­ção vinda em tão boa hora.

Sucesso pra ti, e aquele abraço!

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34 Vitor Lamas Gatti 31 de julho de 2008 às 14:43

muito bom o texto, para­béns!
real­mente, tem muita gente que diz que as outras dis­tros são lixo ou que win­dows é mais lixo ainda…
eu pro­curo sem­pre ser o mais impar­cial pos­sí­vel (se bem que às vezes não tem como, por­que o Win­dows tem uns bugs que dão uma raa­aiva hehehe)

vou arqui­var no meu del.icio.us :P

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35 Djavan Fagundes 31 de julho de 2008 às 17:17

Texto muito inte­res­sante! Feliz­mente seguindo alguns dos pas­sos cita­dos já con­se­gui con­ven­cer algu­mas pes­soas a usar o Linux em seus note­bo­oks e com­pu­ta­do­res desk­tops. A ques­tão da ado­ção do soft­ware livre é real­mente uma ques­tão de demons­trar os bene­fí­cios, não somente finan­cei­ros ou legais (con­si­de­rando que no Bra­sil, são pou­cos os que pagam pra ter soft­ware pro­pri­e­tá­rio) mas tam­bém de supe­ri­o­ri­dade téc­nica. Pes­soas que for­ma­ta­vam seus com­pu­ta­do­res 3x por ano agora já pas­sam de 2 anos sem ter que fazê-lo e elo­gi­ando o sis­tema. Isso acon­tece comigo e real­mente é uma das coi­sas mais moti­van­tes em con­ti­nuar car­re­gando a ban­deira do soft­ware livre.

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36 Fábio Falcão 1 de agosto de 2008 às 11:13

Muito bom o post. Ótimo guia de argu­men­tos pró tux.

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37 Brenno Freires 1 de agosto de 2008 às 15:20

Exce­lente artigo, Para­béns, uso linux a mais de 5 anos, e com cer­teza, foi uns dos melho­res arti­gos que já li dis­po­ní­vel na net.

Abraço

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38 Wagner Scaglione 2 de agosto de 2008 às 17:55

Meu cunhado fez a migra­ção na casa dele, ele já vinha dizendo que ia ins­ta­lar linux nos com­pu­ta­do­res da casa.
Che­gou o dia e ele ins­ta­lou o ubuntu no note­book da minha sobri­nha, no desk­top da casa e no note­book dele. Só esca­pou o note­book da minha irmã, por que é da empresa que ela trabalha.

Con­clu­sões:

Meu cunhado não teve difi­cul­da­des com o Ubuntu por que ele tra­ba­lha com isso.

Minha irmã também.

Minha sobri­nha que tinha 11 anos na época não teve mui­tos trau­mas, ela tinha pou­cos conhe­ci­men­tos em infor­má­tica, estra­nhou um pouco no iní­cio mas agora é só alegria.

Depois disso che­guei a seguinte con­clu­são:
Quem é leigo em infor­má­tica tem uma maior faci­li­dade em apren­der o Linux.

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39 LonelySpooky 2 de agosto de 2008 às 18:06

Disse tudo Wag­ner. Acabou-se o tempo em que a des­culpa de que “linux é difí­cil” colava. Agora existe um como­dismo nas pes­soas, uma pre­guiça.
Minha mãe nunca tinha mexido em Win­dows e, depois de usar Linux, quando foi mexer no XP, achou com­pli­cado e ainda não con­se­guiu a acre­di­tar em como era chato (no XP) fazer uma coisa que ela sem­pre fazia no Linux.

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40 Rodrigo Carvalho Silva 14 de agosto de 2008 às 18:16

Muito maneiro! Comen­tando sobre a falta de vírus do Linux, um primo meu pediu para migrar. Mas como ele é um faná­tico por jogos, não tive como fazer isso… Espero que a situ­a­ção dos jogos melhore rápido!

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41 ANGER 16 de setembro de 2008 às 16:51

Caro colega, estou come­çando um blog hoje e ado­rei esse artigo, pois com­par­ti­lho boa parte de suas difi­cul­da­des e opi­niões. Gos­ta­ria de repro­du­zir esse artigo no meu blog devi­da­mente cre­di­tado, é claro.
Caso você per­mita, por favor me avise via e-mail.
Desde já agra­deço pela aten­ção.
ANGER

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42 Denilson 27 de outubro de 2008 às 13:08

Cara. Para­béns pelo texto, muito bom mesmo.
Quase fiquei emo­ci­o­nado aqui !! hehe

um abraço.

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43 Marcio Bencid 16 de dezembro de 2008 às 1:04

Bom faço minhas as pala­vras de elo­gios ao seu texto, ja vi uma migra­ção e eh muito com­pli­cado mesmo, uso linux desde 2002, come­cei como vc dual boot. acho q foi do mesmo jeito e na época nao con­se­guia fazer fun­ci­o­nar o meu SUPER MODEM HSP56 e outros modems q con­se­guia, bom nessa luta pas­sei dois árduos anos para fazer um MODEM fun­ci­nar… desde esse dia soh uso linux no meu pc e o WINDOWS numa VM, meu labo­ra­to­rio de teste.Logo par­ti­lho da mesma o pinião quando sou abor­dado sobre ql o MELHOR WINDOWS E LINUX, digo-lhes que o melhor é aquele que o usu­a­rio domina que o linux tem as suas van­ta­gens de des­van­ta­gem e isso fica a cargo de quem quer expe­ri­men­tar, ate gravo LIVECDS, rsrsrs…rs e por fina­li­zar ainda bem que vc nao eh um dos xii­tas, pois eh uma arro­gan­cia… que nem eu suporto.

[]‘s e con­ti­nue o bom trabalho.

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