Não tenho muito tempo nos últimos meses para me dedicar ao Fedora (nem ao meu blog), mas, como surgiu a necessidade de melhorar um pouco a aparência do GNOME fiz algumas pesquisas, perdi algumas horas e decidi começar pelo menu.
Verifiquei que há uma aproximação interessante para um menu mais bonitinho feito pelo pessoal do GnoMenu, testei e já iniciei o empacotamento para o Fedora. Minha preocupação aqui, confesso, é o profissionalismo das pessoas envolvidas no projeto: havia diversos arquivos de backup junto ao código fonte fornecido pelo upstream e o código não me parece muito caprichado (com diversos scripts vindo sem o shebang).
De qualquer forma, o pacote está feito, já está submetido à revisão e o Projeto fedora, caso ache relevante, vai dar algumas dicas de como proceder com os evidentes “descuidos” do upstream. O menu funciona, não faz nenhuma modificação drástica no sistema e você pode instalá-lo (e desinstalá-lo) sem medo. Quem quiser testar, deixo aqui o RPM.
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Vale adiantar o seguinte: ele não vai alterar seu menu. Em vez disso, ele criará um novo estilo de menu que deve ser adicionado clicando-se com o botão direito à barra superior e indo em “adicionar ao painel”. Dessa forma, você pode experimentá-lo sem arriscar o menu atual.
Isso é o menu do KDE ou estou enganado?
Tem vários tipos de menu. Inclusive o do KDE.
Melhor do que menus, eu prefiro programas que permitem a execução direta de aplicativos. Vejamos um sistema que eu considero ótimo: OS X Leopard. Nele, você tecla COMMAND + SPACE e o Spotlight é acionado, esperando que você digite algo para buscar (o Spotlight é um aplicativo que procura qualquer coisa no sistema). Então você começa a digitar o nome do seu programa, como “amsn”. Enquanto você vai digitando, ele vai apresentando resultados que casam com a sua pesquisa e o programa ainda é inteligente: se você sempre digita “am” e seleciona o aMSN, ele começa a mostrar o aMSN como primeiro aplicativo da busca. Assim, basta acionar o Spotlight, digitar “am” e dar Enter. É muito mais rápido e melhor, na minha opinião, que qualquer menu. O problema disso é saber o nome do programa, mas para isso é possível acessar o diretório que contém os programas instalados no sistema e procurar o seu programa ali. Ainda há um menu de aplicativos que pode ser colocado no Dock e serve para encontrar programas cujos nomes o usuário não sabe (pode-se ver dois exemplos desse menu aqui: http://bit.ly/pD83f).
Para o GNOME, um software similar ao Spotlight, mas puxando mais para QuickSilver, é o GNOME-Do. Eu já o utilizei e ele ajuda muito (apesar de precisar ser lapidado para chegar ao nível do Spotlight).
É a minha opinião.
Abraço!
Estou de pleno acordo, José. Eu usava o GNOME Do e gosto desse tipo de agilidade. Pessoalmente não sou de alterar meu desktop, normalmente deixo o mesmo papel de parede, o mesmo metacity, os mesmos ícones do default, mas, como atualmente venho me preocupando com o impacto que o Linux tem sobre usuários com pouco ou nenhum conhecimento de informática busco soluções mais familiares para eles.
Um menu que eu considero um dos mais organizados e práticos que eu conheço é o do Linux Mint, que parece ser inspridao no do Suse, mas muito melhor (em minha opinião). Só não achei um pacote dele para instalação em outras distros…
Um menu que eu considero um dos mais organizados e práticos que eu conheço é o do Linux Mint, que parece ser inspirado no menu do Suse, mas muito melhor (em minha opinião). Só não achei um pacote dele para instalação em outras distros…