Archive for the 'internet' Category

Uma TI mais verde (e equivocada)

Está na moda a cons­ci­ên­cia eco­ló­gica e, seguindo essa ten­dên­cia, as pala­vras “boas” da vez são (anote aí): verde, eco­no­mia, pla­neta, árvore e doa­ção. Se você usar qual­quer uma des­sas pala­vras nos seus pro­je­tos – não importa quão imbe­cil ele seja – as pes­soas serão obri­ga­das a aplaudi-lo, afi­nal, o que vale é a inten­ção! Ou será que não vale?

Embora eu seja a favor das ati­tu­des eco­ló­gi­cas, o mais cho­cante na nova gera­ção de abra­ça­do­res de árvo­res e natu­re­bas é a quan­ti­dade de desin­for­ma­ção que essa gente tem. Árvo­res são boas, mas a babo­seira ambi­en­ta­lista de agora trata cada árvore como uma limpa e efi­ci­ente fábrica de ar puro… é como se cada semente fosse um tan­que de oxi­gê­nio em poten­cial, espe­rando para cres­cer e jogar na atmos­fera o pre­ci­oso O2.

Será que nin­guém se lem­bra das aulas de bio­lo­gia no ensino médio? Árvo­res são cri­a­tu­ras vivas como qual­quer ani­mal e res­pi­ram, assim como você e eu, oxi­gê­nio, exa­lando CO2. Acon­tece que no pro­cesso de fotos­sín­tese as plan­tas usam a luz como cata­li­sa­dor num pro­cesso fotoquí­mico que envolve CO2. Logo, de noite, quando não há luz do sol para fotos­sin­te­ti­zar a gli­cose, as plan­tas com­pe­tem conosco pelo mesmo O2. Para resu­mir, a planta faz duas coi­sas: res­pira como nós e faz fotos­sín­tese (observe bem que o ponto chave aqui é o pre­fixo FOTO), por­tanto, sem luz, sem pro­du­ção de oxi­gê­nio e a planta con­ti­nua, assim como nós, res­pi­rando O2.

Há tam­bém alguns estu­dos “geni­ais” que suge­rem replan­tar flo­res­tas com euca­lipto por­que cres­cem rápido e são gran­des. Ima­gine replan­tar a flo­resta amazô­nica com euca­lip­tos? Melhor seria adi­ci­o­nar mais uma pala­vra ao dici­o­ná­rio des­sas pes­soas: bio­di­ver­si­dade.

Entre­tanto, estou diva­gando. Se por um lado não acre­dito nessa ladai­nha de plante um “tan­que de oxi­gê­nio”, acre­dito que árvo­res aju­dam na regu­la­ção da tem­pe­ra­tura, na manu­ten­ção da fer­ti­li­dade do solo, no embe­le­za­mento das cida­des e na sus­ten­ta­ção de um bioma vari­ado, por isso achei legal falar sobre o pro­jeto eco4planet.

O eco4planet é um bus­ca­dor (que, na ver­dade usa o Goo­gle cus­to­mi­zado), mas que pro­mete plan­tar uma árvore a cada 50.000 bus­cas rea­li­za­das pelo seu sis­tema. A tela, como não pode­ria dei­xar de ser é preta, para “eco­no­mi­zar ener­gia”. Sim! O eco4planet é feito por bra­si­lei­ros e, a prin­cí­pio, vai plan­tar as árvo­res em Ribei­rão Preto (SP). Se os caras forem inte­li­gen­tes, tem tudo para dar certo (só espero que não saiam plan­tando euca­lip­tos a torto e a direito).

Se for fazer uma busca pela net, dê uma chance aos caras. Cada árvore plan­tada faz pose para uma foto que você pode ver aqui.

eco

P. S.:

Ape­nas mais duas obser­va­ções (já que estou com a mão na massa):

  1. Se você usa moni­to­res LCD pode usar uma tela mais negra que a alma do Steve Bal­mer e não vai fazer eco­no­mia nenhuma. Isso de telas escu­ras eco­no­mi­za­rem ener­gia só fun­ci­ona nos velhos CRT1.
  2. Quer ver me dei­xar puto e vir falar das “emis­sões de car­bono”, “car­bono zero”… Car­bono é um ele­mento quí­mico da tabela perió­dica que é SÓLIDO à tem­pe­ra­tura ambi­ente (gra­fite, dia­mante…). Car­bono e dió­xido de car­bono são duas coi­sas muito diferentes.
  1. http://googleblog.blogspot.com/2007/08/is-black-new-green.html
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Depois quando eu reclamo…

Depois quando eu digo que esta­mos lendo só merda na inter­net ainda dizem que sou chato…

doismortos

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Mosaicum.org: tudo num lugar só

Faz algum tempo que alguns ami­gos e eu ini­ci­a­mos um pro­jeto cha­mado “Mosai­cum”. A idéia por trás do Mosai­cum é criar um ambi­ente rico em infor­ma­ções con­si­de­ra­das inte­res­san­tes, fomen­tar o debate e tra­zer para as pes­soas um tipo de cul­tura menos pas­teu­ri­zada e menos pobre.

Os assun­tos abor­da­dos no site variam desde arte, poe­sia e música até mate­má­tica, quí­mica e física e há espaço para com­par­ti­lhar dados como e-books, músi­cas e vídeos (desde que res­pei­tando as 3 leis).

Como o pro­jeto ainda está enga­ti­nhando, não houve tra­ba­lho na divul­ga­ção e nem nos con­vi­tes para cha­mar novos auto­res, mas a inten­ção é reu­nir num só lugar, pes­soas que gos­tem de escre­ver sobre os mais vari­a­dos assun­tos, com os mais vari­a­dos gos­tos, desde que apre­sen­tem bons textos/vídeos/músicas/livros/pinturas/opiniões…

Mais novi­da­des para breve e, se você se inte­res­sou, por­que não se junta a nós?

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Gerador automático de tweets — odeio o Twitter parte 2

Quando digo que não suporto o Twit­ter sei que muita gente dis­corda e deve me achar um cara retró­grado e “por fora”, mas, sin­ce­ra­mente, quanto mais o tempo passa, mais minha opi­nião sobre micro­blog­ging se consolida.

Não é ape­nas pelo fato de haver milhões de pes­soas com­par­ti­lhando com todo o mundo atos banais com os quais nin­guém se importa, tam­pouco por limi­tar o, já pobre, pseudo-português das pes­soas a 140 carac­te­res (cri­ando outra vari­ante bizarra do inter­ne­tês), mas, seja­mos dire­tos, o Twit­ter é ape­nas a ver­são 2.0 das revis­tas de fofoca.

Legal para empre­sas, legal para pro­je­tos e até para pro­fis­si­o­nais que dese­jam com­par­ti­lhar suas roti­nas de tra­ba­lho, o Twit­ter se vê explo­dindo mundo a fora reple­tos de Joões-Ninguém que acham rele­vante fazer que todos sai­bam que ele vai cor­tar as unhas do pé ou pre­pa­rar o jan­tar, ou ir deitar.

Não gosto mesmo e a prova de quão tosco é, em geral, o micro­blog­ging é que já existe o gera­dor de Twe­ets: se você não tem nada para escre­ver, gere um tweet randô­mico e diga ao mundo quão vazio você é.

Seguem aí 5 twe­ets “ale­a­tó­rios” para mos­trar o nível do negócio.

  • Meu namoro ter­mi­nou. A fila vai ter que andar!
  • O Twit­ter aca­bou com o meu tempo livre!
  • já dizia Con­fu­cio: — conheça-te a ti mesmo antes de conhe­cer a si próprio…
  • Se minha sogra só pudesse recla­mar em 140 carac­te­res ela teria uma crise de abs­ti­nên­cia de palavras
  • Bai­xando epi­só­dios do #Lost para fazer uma mara­tona neste fim-de-semana.

E fica a minha per­gunta: quem se importa?

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CentMail: combatendo o spam com golpes mortais… na carteira

É incrí­vel a habi­li­dade humana de estra­gar e sub­ver­ter as coi­sas, mesmo a mais legal delas.

Con­fesso que, com­pa­rado a cer­tas pes­soas que são ícones da infor­má­tica e da tec­no­lo­gia no Bra­sil, sou rela­ti­va­mente novo nisso tudo, mas, já em 2001, quando criei minha pri­meira conta de e-mail no finado LigBR (alguém lem­bra?) essa coisa de escre­ver car­tas digi­tais para qual­quer pes­soa do mundo me fas­ci­nou profundamente.

A ideia, pelo visto, fas­ci­nou mais gente: há esti­ma­ti­vas de que em Agosto de 2008 exis­tiam 1,3 bilhão de usuá­rios de e-mail e que 210 bilhões de men­sa­gens ele­trô­ni­cas são envi­a­das por dia em todo o mundo1. O pro­blema é que, esta­tis­ti­ca­mente, quanto mais cresce o número de usuá­rios, tam­bém aumenta o número de imbe­cis e dessa forma o spam sur­giu, abo­ca­nhando 90% des­ses 210 bilhões de men­sa­gens enviadas.

O caso é tão grave que em qual­quer came­ló­dromo onde se encon­tram softwa­res “gené­ri­cos” (des­ses não reco­men­da­dos pela Asso­ci­a­ção das Senho­ras Cató­li­cas) é pos­sí­vel com­prar um CD com milhões de ende­re­ços ele­trô­ni­cos e o soft­ware para men­sa­gens em massa. Tudo isso pelo custo módico de R$ 5 e, pro­va­vel­mente, caro lei­tor, o seu ende­reço de e-mail tam­bém está lá.

A busca por solu­ções à ame­aça envolve algu­mas das men­tes mais bri­lhan­tes do mundo e a “cura”, até os dias de hoje, con­siste em con­tor­nar o pro­blema, mui­tas vezes inco­mo­dando os usuá­rios. Quem gosta, afi­nal, de ficar escre­vendo aque­las letri­nhas (algu­mas ile­gí­veis) do CAPTCHA?

A pró­xima idéia no com­bate ao spam é o e-mail pago, mate­ri­a­li­zado na forma do Cent­Mail que, basi­ca­mente, emi­tirá selos no valor de ¢ 1 (ou, US$ 0,01 se pre­fe­rir). Você “colará” os selos nas suas men­sa­gens e ela será, auto­ma­ti­ca­mente, enten­dida como autêntica.

O pes­soal dos spams, acos­tu­mado a encher o saco de bilhões de pes­soas por dia, terá que pagar US$ 10.000 para man­dar um milhão de mensagens.cent

Pre­o­cu­pante é a situ­a­ção das lis­tas de dis­cus­são e das pes­soas que, como eu, man­dam deze­nas de men­sa­gens por dia já que a inten­ção é tor­nar os “selos” um padrão para os pró­xi­mos anos e a ideia é endos­sada por nin­guém menos que o Yahoo, a empresa que se gaba de ter maior parte dos usuá­rios de e-mail do mundo.

A grana acu­mu­lada no pro­cesso, dizem, vai para ins­ti­tui­ções de cari­dade. Extra­po­lando um pouco, isso sig­ni­fica que eu, sozi­nho, de tanto pagar para enviar men­sa­gens, esta­rei sus­ten­tando um pequeno país da Europa Ori­en­tal (mais ou menos o que já me acon­tece pelas mul­tas de livros atra­sa­dos na biblioteca).

P.S.:

Olha que iro­nia. Vim dar uma olhada em como o post tinha ficado e se os anún­cios não que­bra­ram nenhum pará­grafo quando, de repente, no AdSense do Goo­gle vejo este link.

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Meme do Yahoo: outro serviço que você não sabe se precisava

Tudo o que o mundo pre­ci­sava era mais um site à Twit­ter, mesmo assim ontem fui con­fe­rir o Yahoo Meme, um ser­viço de pos­ta­gens mul­ti­mí­dia muito seme­lhante ao Tum­blr. Todo o desen­vol­vi­mento acon­tece na base do Yahoo aqui no Bra­sil e, por enquanto, ainda se encon­tra em fase alfa, mas per­mite que as pes­soas se cadas­trem como can­di­da­tos a expe­ri­men­tar a novidade.

A idéia é meio óbvia e, claro, alguém iria ten­tar isso um dia: se um blog é um mon­tão de texto e o Twit­ter é um pou­qui­nho de texto, por­que não fazer um site inter­me­diá­rio, sem as limi­ta­ções de texto do Twit­ter, nem tão extenso como um blog e com capa­ci­da­des mul­ti­mí­dia? O espí­rito é o mesmo dos micro­blogs: com­par­ti­lha­mento rápido de idéias, mas em texto, vídeo, som ou ima­gem e sem limite de caracteres.

O ser­viço **para mim** vai ser tão (in)útil quanto o Twit­ter; até o tenho, mas acho ridí­culo ficar pos­tando essas men­sa­gens cur­tas acerca do meu coti­di­ano pes­soal ou de tra­ba­lho e, tam­bém, não acho que alguém se importe (sem­pre tem, claro, esse tipo de gente que lê revis­tas de fofoca e acha inte­res­sante a vida alheia, mas eu não tenho tempo para isso).

Empre­sas, por outro lado, podem usar os micro­blogs para mos­trar o desen­vol­vi­mento de seus pro­du­tos. Adoro ver como anda o Mari­aDB, a NASA ou o Goo­gle e o Yahoo.

Em todo caso, como sem­pre, só o tempo dirá se mais essa ten­ta­tiva do Yahoo dará fru­tos pois já ficou mais do que pro­vado que os ser­vi­ços mais idi­o­tas podem ser um sucesso e os mais legais um fracasso.

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Experimente em primeira mão o Chromium para Fedora

chromiumSaiu escon­di­di­nho e sem muito alarde que um dos mai­o­res con­tri­bui­do­res no desen­vol­vi­mento do Fedora (e enge­nheiro da Red hat) Tom “Spot” Cal­laway está empa­co­tando o Chro­mium, que é a ver­tente livre do Goo­gle Chrome, para Fedora. Não perdi tempo e fui tes­tar os pacotes.

Ainda há mais a fazer para que os paco­tes che­guem no YUM. O pro­cesso de empa­co­tar é longo somente por­que cada pacote pre­cisa se enqua­drar aos rigo­res legais e téc­ni­cos da Red Hat antes de ser aceito. O Chro­mium ainda vai levar um tempo para acer­tar esses por­me­no­res, mas o pacote já fun­ci­ona e decidi deixá-los aqui para quem qui­ser usar.

A ins­ta­la­ção é simples:

1 — Use o YUM para ins­ta­lar o pacote minizip

su -c 'yum install minizip'

2 — Baixe os paco­tes chromium-3.0.184 e v8-1.2.7

3 — Ins­tale os dois pacotes

su -c 'rpm -ivh chromium-3.0.184*.rpm v8-1.2.7*.rpm'

4 — Aproveite

Fedora 10

Fedora 11

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Mplayer –vo

Segue aí ape­nas um pouco de MPlayer com os cum­pri­men­tos do meu amigo Mythus.

Vai com erros de digi­ta­ção e tudo. =)

<a href="http://youtube.com/watch?v=3Q_EvAJBsJE" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/youtube.com/watch?v=3Q_EvAJBsJE&amp;referer=');">http://youtube.com/watch?v=3Q_EvAJBsJE</a>

[audio:http://lspooky.fedorapeople.org/ivanova_i_shmelev-du5Dt_leny_i_fedora.mp3]

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Um novo jeito de VER as buscas na web: Viewzi

Enquanto o Goo­gle cresce impi­e­do­sa­mente e engole tudo (e todos) à sua volta, enquanto o bom e velho Yahoo! sente as pri­mei­ras dores da ago­nia e enquanto a Micro­soft acorda gri­tando de medo no meio da noite diante de um cená­rio que lhe parece des­fa­vo­rá­vel, ainda exis­tem os peque­nos e cora­jo­sos des­co­nhe­ci­dos que ousam pla­ne­jar suas pró­prias solu­ções con­tra os três gigan­tes que domi­nam o mer­cado da web.

Estou falando do novo site de bus­cas Viewzi… pois é, a esta altura do cam­pe­o­nato eis que surge mais um site de bus­cas… Para ser sin­cero, não levei fé quando ouvi falar na “novi­dade”; o mer­cado das bus­cas já está meio que con­so­li­dado e sabe­mos muito bem quem leva van­ta­gem. Fiz cadas­tro para ser beta tes­ter do Viewzi — pois o uso ainda é vedado ao público – e nem liguei muito se seria ou não cha­mado. Pois para minha sur­presa, fui cha­mado e me lem­brei então que esse papo de “mer­cado con­so­li­dado” não existe (que o diga o Yahoo!, ex pri­meiro lugar na web) e que é sem­pre bom saber que tem gente ten­tando rein­ven­tar a roda por aí… nunca se sabe quando vão des­co­brir a tur­bina a jato, não é mesmo?

O que tem de legal no Viewzi é jus­ta­mente aquilo que o nome dá a enten­der: o visual. Ele não inova em algo­rit­mos, não busca resul­ta­dos mira­cu­lo­sos e nem se diz melhor que o Goo­gle. Na ver­dade, o Viewzi (sem nenhuma ver­go­nha) ape­nas agrega os resul­ta­dos dos bus­ca­do­res mais famo­sos (Goo­gle, Yahoo, MSN…), mas não é só isso, antes que vossa senho­ria pare de ler e comece a pra­gue­jar aos céus, apresso-me em dizer que vale à pena dar uma olhada. Ele orga­niza o con­teúdo de uma forma total­mente visual, per­mi­tindo que o usuá­rio esco­lha (como mos­trado nessa foto aí em cima) a maneira como (e de onde) deseja visu­a­li­zar os resultados:

  • Web Scre­enshot: Onde os resul­ta­dos são mos­tra­dos como scre­enshots bem legais, des­li­zan­tes no sen­tido hori­zon­tal e muito níti­das, além, é claro, de serem resul­ta­dos muito relevantes.
  • Video 3x View: Com resul­ta­dos do BlinkX, Veoh e You­Tube, todos orga­ni­za­dos na tela em três filei­ras hori­zon­tais des­li­zan­tes. Os vídeos mos­tram flashes de seu pró­prio con­teúdo em thum­bails, alguns em loo­ping antes de serem cli­ca­dos e aber­tos pelo usuário.
  • Basic Photo View: Ima­gens agre­ga­das do Flyckr e do Riya, arru­ma­das como numa matriz am linhas e colunas.
  • Sim­ple Text View: As tra­di­ci­o­nais exi­bi­ções em texto, com um thumb­nail do lado esquerdo, um link prin­ci­pal e um pequeno pre­view do con­teúdo em texto… isso já vimos.
  • 4 Sour­ces View: com resul­ta­dos com­bi­na­dos do Yahoo, Goo­gle, MSN e Ask, todos empi­lha­dos por relevância.
  • Tech Crunch: Resul­ta­dos obti­dos do site Tech Crunch.
  • Reu­ters News View: Notí­cias adqui­ri­das da Reu­ters, com arti­gos como se fos­sem notí­cias de jor­nal. Apa­rece um resumo fun­ci­o­nal e logo abaixo o tra­di­ci­o­nal “Read more”.
  • Every­day Shop­ping View: agre­gando os prin­ci­pais sites de com­pras, Ama­zon, Ebay, Tar­get, Wal-Mart… tudo de maneira visual, como sempre.
  • The Weather View: obvi­a­mente com resul­ta­dos de bus­cas sobre clima atu­al­mente limi­ta­das aos Esta­dos Unidos.
  • Ama­zon Book View: Busca de livros no Ama­zon, muito deta­lhada, com pre­ços, sinop­ses, clas­si­fi­ca­ção e disponibilidade.
  • Mp3 Search View: Esse é um dos meus favo­ri­tos. Mp3 são encon­tra­das, clas­si­fi­ca­das por rele­vân­cia e com um player inte­li­gente embu­tido podem tem exe­cu­ção ins­tan­tâ­nea. Repa­rem que o nome da tri­lha é a pró­pria barra de pro­gresso de exe­cu­ção e que vai mudando de cor con­forme a música toca.
  • Cele­brity Photo View: Um bus­ca­dor de fotos chi­que. Os resul­ta­dos são exi­bi­dos com deco­ra­ções estilo “foto”, joga­dos ale­a­to­ri­a­mente sobre a tela como se fos­sem foto­gra­fias espa­lha­das ao longo de uma mesa. Flu­tu­ando o mouse sobre alguma delas, esta ganha foco e se destaca.

Essa abor­da­gem visual de tra­ba­lhar, todos sen­ti­mos, é uma ten­dên­cia futu­rista, a web, os softwa­res, a TV, tudo cami­nha para uma inte­ra­ti­vi­dade maior, mais visual e menos ver­bal… quem sabe esta­mos vendo nas­cer no Viewzi o Goo­gle de ama­nhã? Bem… nunca se sabe… Embora ele demore um pouco mais para com­pi­lar os resul­ta­dos, vale à pena pelo bom gosto e orga­ni­za­ção. No final das con­tas, expe­ri­men­tar a nova alter­na­tiva é viá­vel, nem que seja por diver­são. Se o Goo­gle tem que se pre­o­cu­par, isso é outra história…

Curi­oso? Veja o vídeo.

<a href="http://youtube.com/watch?v=VROPRHf8Sv8" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/youtube.com/watch?v=VROPRHf8Sv8&amp;referer=');">http://youtube.com/watch?v=VROPRHf8Sv8</a>

P.S.: Bus­cando pelo termo “Fedora” o Goo­gle achou 39.200.000 ocor­rên­cias, con­tra 73.600.000 do Yahoo! :-O e 14.300.000 mise­rá­veis ocor­rên­cias pelo MSN Search

P.P.S.: Antes que alguém se insi­nue, sim, estou ten­tando vol­tar a usar KDE… tudo culpa do GNOME-comedor-de-memória-RAM

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Comam merda: bilhões de moscas não podem estar erradas! (postura MeioBit)

No começo eu até per­dia meu tempo aces­sando o site do Mei­o­Bit, mas foi bem pouco mesmo por­que logo ficou na cara que aquele lugar é um antro de desin­for­ma­ção onde um bando de retar­da­dos se junta para bater pal­mas a tudo que o senhor dono do site escreve.

Eu até gosto do estilo de escre­ver do Car­doso, dos seus reda­to­res lá ele é o que escreve melhor (por­que o resto ou usa copiar/colar ou fala um monte de merda num estilo pífio de texto) mas isso não torna seus arti­gos ten­den­ci­o­sos e cheios de má von­tade uma boa fonte de infor­ma­ção… aliás, no Mei­o­Bit, infor­ma­ção é a última das pre­o­cu­pa­ções, como vemos em bes­tei­ras do tipo Win­dows e .Net esma­gam a con­cor­rên­cia que veio de “fon­tes con­fiá­veis da Micro­soft” ou baba­qui­ces des­tru­ti­vas do tipo Dicas para *tards pas­sa­rem o tempo até o pró­ximo post polê­mico do Meio Bit. Mes é sem­pre assim, não é mesmo? O que não fal­tam são baba­cas para falar mal e nunca fazer nada para aju­dar… pobre Meiobit…

Se o Mei­o­Bit tem mui­tos aces­sos eu não sei nem quero saber, pagode e axé tam­bém vende muito e nem por isso é coisa boa.

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