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Red Hat anuncia o Red Hat Enterprise Linux 5.2

“Atu­a­li­za­ções da nova ver­são tra­zem amplo suporte para hard­ware e qua­li­dade supe­rior, com­bi­na­dos com novas fea­tu­res e melho­rias em áreas como vir­tu­a­li­za­ção, desktop,rede, arma­ze­na­mento & clus­te­ring e segurança.

A Red Hat anun­cia a dis­po­ni­bi­li­dade do Red Hat Enter­prise Linux 5.2. Com esta última atu­a­li­za­ção, os cli­en­tes vão obter grande retorno em seus inves­ti­men­tos de TI com novas capa­ci­da­des de suporte de hard­ware, novas tec­no­lo­gias de soft­ware e mui­tas melho­rias em qua­li­dade. E o ambi­ente de apli­ca­ções cer­ti­fi­ca­das de todas as ver­sões do Red Hat Enter­prise Linux mos­tra que os cli­en­tes apro­vei­tam as novas atu­a­li­za­ções sem pre­ci­sar cer­ti­fi­car nova­mente suas aplicações.

O Red Hat Enter­prise Linux 5.2 traz capa­ci­da­des avan­ça­das em seis prin­ci­pais áreas, como vir­tu­a­li­za­ção, desk­top, segu­rança, clus­te­ring, rede e suporte de hard­ware. Agora é pos­sí­vel con­tar com vir­tu­a­li­za­ção de sis­te­mas enor­mes com até 64 CPUs e 512GB de memó­ria. A nova ver­são inclui tam­bém suporte de vir­tu­a­li­za­ção para arqui­te­tu­ras base­a­das em NUMA, assim como melho­rias em segu­rança, per­for­mance, geren­ci­a­mento e robus­tez. O suporte de escala de freqüên­cia da CPU para ambi­en­tes vir­tu­a­li­za­dos tam­bém per­mite redu­ção do con­sumo de energia.

O Red Hat Enter­prise Linux 5.2 inclui tam­bém melho­rias para várias arqui­te­tu­ras de hard­ware, cobrindo x86/x86-64, Ita­nium, IBM POWER e S/390, melho­rando o desem­pe­nho, o con­sumo de ener­gia, a esca­la­bi­li­dade e o geren­ci­a­mento. Por exem­plo: suporte para a tec­no­lo­gia Dyna­mic Acce­le­ra­tion da Intel per­mite eco­no­mia de ener­gia des­li­gando núcleos de CPUs ina­ti­vos, e pro­por­ci­ona ganhos de per­for­mance, blo­que­ando núcleos ocu­pa­dos em níveis segu­ros de tem­pe­ra­tura. Outras melho­rias para hard­ware incluem atu­a­li­za­ções de dis­po­si­ti­vos de dri­ves exten­sos, cobrindo arma­ze­na­mento, rede e dis­po­si­ti­vos grá­fi­cos e cer­ti­fi­ca­ção para o novo sis­tema Cell Blade da IBM.”

Fonte: http://br-linux.org/2008/red-hat-anuncia-o-red-hat-enterprise-linux-52/

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Projeto Fedora assume novos rumos

É impres­si­o­nante como as coi­sas acon­te­cem e, even­tu­al­mente, quei­mam nossa lín­gua. Até bem pouco tempo, pos­tei aqui um pequeno artigo ques­ti­o­nando o papel da comu­ni­dade frente ao desen­vol­vi­mento do Linux e, como que por mágica, uma mudança impres­si­o­nante acon­te­ceu.
No dia 21 de abril desse ano (2008) o líder do pro­jeto Fedora, Paul W. Fri­elds anun­ciou que do Fedora 9 em diante o “Fedora Board” pas­sará a ser inte­grado por uma mai­o­ria de mem­bros da comu­ni­dade e uma mino­ria de indi­ca­dos pela Red Hat.
Ok, ok, se você não enten­deu o que isso sig­ni­fica, pode­mos dizer que o Fedora Board é como os “Cava­lei­ros da Távola Redonda”. São eles que deci­dem o que será feito de nosso que­rido Fedora e, de certo modo, são a hie­rar­quia mais alta den­tro do pro­jeto.
O Fedora Board passa a ser com­posto por 5 mem­bros elei­tos pela comu­ni­dade e 4 mem­bros indi­ca­dos pela Red Hat (antes eram 4 da comu­ni­dade e 5 da Red Hat), lem­brando que um deles, o líder do pro­jeto, tem poder de veto sobre todas as deci­sões.
Isso vem, na minha modesta opi­nião, a final­mente dar para a comu­ni­dade um pouco mais de (mere­cido) poder de deci­são sem pre­ci­sar fazer parte do corpo de enge­nhei­ros da Red Hat e sem ter que gal­gar altos degraus de patente como CEO de o que quer que seja.
Segundo Paul Fri­elds esse era o cami­nho óbvio a se tomar, posto que atu­al­mente, cerca de dois ter­ços dos paco­tes no Fedora são man­ti­dos por volun­tá­rios da comu­ni­dade e que a comu­ni­dade vem par­ti­ci­pando com com­pe­tên­cia em outras áreas.
O que dizer? Bem… acho que “para­béns a todos” é o mais indi­cado por­que o fedora é um tra­ba­lho exce­lente, com milha­res de adep­tos muito dedi­ca­dos e que o que mais espe­ra­mos é que cada vez mais a “voz da comu­ni­dade” não seja só uma dema­go­gia e sim uma rea­li­dade cada vez mais hmmm… real. :-)
A quem inte­res­sar possa, vou dei­xar na ínte­gra o e-mail com o anún­cio ofi­cial. Se você não saca nada de inglês ou se (como eu) sofre de pre­gui­cite aguda pode pas­sar batido por­que eu já resumi tudo antes.

Abra­ços

“Since the Fedora Board ori­gi­nally for­med in 2006, the Fedora Pro­ject has
chan­ged quite a bit. We now have about two-thirds of our pac­ka­ges
main­tai­ned by volun­teer com­mu­nity mem­bers. Our tech­ni­cal ste­e­ring
com­mit­tee, FESCo, is made up of a roughly even mix of volun­te­ers and Red
Hat employees. This com­mu­nity has deve­lo­ped and enfor­ced its own high
stan­dards and done it in an open and trans­pa­rent fashion in the best
tra­di­tion of open source.

And through all of these efforts, we’ve hel­ped build a com­mu­nity of
con­tri­bu­tors — not just peo­ple who *use* Fedora, but peo­ple who *give
back* to the open source ecosys­tem, and their fel­low human beings.

I’m very ple­a­sed to report that with the post-Fedora 9 elec­tion, the
Board com­po­si­tion will be a bet­ter reflec­tion of the stri­des our
com­mu­nity has made in self-organization and self-governance, and of our
healthy part­nership with Red Hat. Star­ting with this elec­tion, the
Board will move to a com­po­si­tion of five (5) community-elected seats and
four (4) Red Hat-appointed seats. This is an issue I’ve been advo­ca­ting
over the past cou­ple of weeks, and I’m deligh­ted to be able to make this
change fol­lowing my first rele­ase as Fedora Pro­ject Lea­der. I look at
this as a sig­ni­fi­cant step in the evo­lu­tion of the Board and Fedora’s
gover­nance overall.

The rest of the Board and I look forward to the elec­ti­ons, and to the
con­ti­nued oppor­tu­nity to serve everyone in the Fedora com­mu­nity. We
appre­ci­ate the sup­port and the trust you give us, and will always work
hard to earn it. Thanks for reading!


Paul W. Fri­elds http://paul.frields.org/
gpg fin­ger­print: 3DA6 A0AC 6D58 FEC4 0233 5906 ACDB C937 BD11 3717
http://redhat.com/ — — — — http://pfrields.fedorapeople.org/
irc.freenode.net: sticks­ter @ #fedora-docs, #fedora-devel, #fredlug”

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Fedora x CentOS x Red Hat

Quem tra­ba­lha com infor­má­tica em algum momento da vida já ouviu falar ou usou uma des­sas três dis­tri­bui­ções. No entanto, algo que é meio obs­curo é a estreita rela­ção que as três dis­tros apre­sen­tam entre si (e esta rela­ção não é somente o fato de as três terem a pode­rosa Red Hat por trás) e como cada uma pode ser usada para fins bas­tante espe­cí­fi­cos. Então, se você nunca enten­deu qual das três esco­lher para o seu caso, este é o artigo certo.

Fedora:

O Fedora nas­ceu em 2003 como uma ini­ci­a­tiva da Red Hat. Nessa época, com o aque­ci­mento do mer­cado de soft­ware a Red Hat, que já mos­trava um cres­ci­mento espan­toso nos seus negó­cios, deci­diu concentrar-se defi­ni­ti­va­mente no mer­cado cor­po­ra­tivo e can­ce­lou a dis­tri­bui­ção gra­tuita do seu sis­tema ope­ra­ci­o­nal para a comu­ni­dade. O Red Hat 9 foi o último Red Hat grá­tis e ainda pode ser bai­xado AQUI, mas o fato é que eu, assim como mui­tas pes­soas, fiquei espe­rando o Red Hat 10 e ele nunca saiu. A Red Hat pas­sou a somente ven­der seu pro­duto… e não é que ela não ven­desse o Red Hat antes. A Red Hat foi a pio­neira em empa­co­tar um Linux e ofe­re­cer 100% de suporte aos seus cli­en­tes, mas o fato é que o fim do Red Hat grá­tis marca o nas­ci­mento do Fedora.

Fedora era o nome de uma pequena equipe de volun­tá­rios que par­ti­ci­pava cri­ando alguns paco­tes para o Red Hat e que, pos­te­ri­or­mente aca­bou sendo absor­vida pelo Fedora Pro­ject. Vale res­sal­tar que o Fedora não é o Red Hat e que o Pro­jeto Fedora é um pro­jeto com suas pró­prias metas e táti­cas de desen­vol­vi­mento, sendo, somente, patro­ci­nado pela Red Hat.

O Fedora tem como seu prin­ci­pal obje­tivo ser o pio­neiro em tec­no­lo­gia de soft­ware e tes­tar novas idéias. Basi­ca­mente, como usuá­rio Fedora, posso sem­pre afir­mar que tenho ins­ta­lado em meu com­pu­ta­dor a ver­são mais atual de uma imensa lista de softwa­res e, ainda mais, são gran­des as chan­ces de que um usuá­rio Fedora seja o pri­meiro a expe­ri­men­tar um novo soft­ware que as outras dis­tri­bui­ções podem levar de seis meses a um ano para poder experimentar.

Sem­pre há mui­tas atu­a­li­za­ções, tanto que não é raro fazer down­load de um Fedora e deparar-se com 600 MB de update (mas não se deses­pere, para isso a equipe lança os res­pins que são remas­te­ri­za­ções dos dis­cos com tudo atu­a­li­za­di­nho), no entanto, mui­tas atu­a­li­za­ções não sig­ni­fi­cam, neces­sa­ri­a­mente, que há mui­tos pro­ble­mas. As atu­a­li­za­ções refle­tem, em grande mai­o­ria, a pró­pria evo­lu­ção dos softwa­res ins­ta­la­dos e não sig­ni­fi­cam bugs, geralmente.

Esta­bi­li­dade:

A dis­tri­bui­ção é muito está­vel, mesmo com a grande quan­ti­dade de atu­a­li­za­ções e é raro ver um Fedora tra­vando ou pas­sando por um Ker­nel panic que não seja por motivo de alguma má con­fi­gu­ra­ção do pró­prio usuá­rio. Ainda vale o ponto sem­pre forte de que se trata de um linux e como todo Linux, o Fedora herda essa esta­bi­li­dade característica.

Fedora desktop/estação de trabalho/servidor:

Jus­ta­mente pelo fato de o Fedora sem­pre usar tudo que há de mais atual em soft­ware, ele se enqua­dra nas três cate­go­rias. Durante a ins­ta­la­ção, o usuá­rio pode sele­ci­o­nar per­fis que melhor se ajus­tem às suas neces­si­da­des e é fácil trans­for­mar uma ins­ta­la­ção “em branco” do Fedora num sis­tema mul­ti­mí­dia com apli­ca­ções de áudio, vídeo e gra­va­ção, assim como deixá-lo bonito, com efei­tos de cair o queixo ou mon­tar um ser­vi­dor com rígi­das polí­ti­cas de segu­rança (sem­pre res­sal­tando que os softwa­res serão os mais atu­ais possíveis).

Fedora como ser­vi­dor: uma má idéia?

Se você tem um sis­tema ope­ra­ci­o­nal para diver­são ou ape­nas para as tare­fas cor­ri­quei­ras da vida de um mero mor­tal, pro­va­vel­mente não se impor­tará em reins­ta­lar seu Fedora 7 para expe­ri­men­tar as novi­da­des no novo Fedora 8. O desen­vol­vi­mento é muito rápido e a cada 6 meses (mais ou menos) há um novo fedora sal­tando por aí. Você tam­bém não se impor­tará em saber que den­tro de apro­xi­ma­da­mente 13 meses aquele Fedora mais antigo dei­xará de rece­ber atu­a­li­za­ções e será des­con­ti­nu­ado os pla­nos do Fedora Pro­ject. Mas, se voc|ê é um admi­nis­tra­dor de rede ou se geren­cia um ser­vi­dor que vive em alta carga, sabe que “em time que está ganhando não se mexe”. Isso equi­vale a dizer que depois que seu ser­vi­dor esti­ver pronto, você rezará aos céus para nunca mais ter que mexer nele e a sim­ples idéia de saber que seu ser­vi­dor Fedora vai sair de linha den­tro de 13 meses pode ser desanimadora.

Não quero dizer que o fedora não vai ser um bom ser­vi­dor. A ver­dade é que ele vai ser um ótimo ser­vi­dor, no entanto, o rápido ciclo de atu­a­li­za­ções pode fazer do Fedora uma má esco­lha se você se impor­tar em ter que reins­ta­lar seu ser­vi­dor a cada 13 meses. Ainda tenho máqui­nas rodando Fedora 3 que nunca deram pro­blema, mas isso não sig­ni­fi­ca­ria que estou dis­posto a ter um sis­tema que dei­xou de rece­ber upda­tes. Lembre-se: “em time que está ganhando não se mexe” e é por essa máxima que ainda exis­tem ser­vi­do­res por aí rodando linux tão anti­gos que usam o velho ker­nel 2.2. Para resu­mir, se você não se importa em dei­xar de ser atu­a­li­zado a cada 13 meses, o Fedora será uma boa esco­lha. O que eu uso nos meus ser­vi­do­res? Uso Cen­tOS. =) Já vere­mos o motivo.

Cen­tOS:

Cen­tos sig­ni­fica Com­mu­nity ENTer­prise Ope­ra­ting Sys­tem e se você não o conhece deve­ria conhe­cer. A ver­dade é que nós, do Pro­jeto Fedora, ama­mos o Cen­tOS pois é pre­ciso admi­tir que eles são “os caras”. Cada Cen­tOS é uma cópia fiel do Red Hat Enter­prise Linux (RHEL) pago, reti­rando somente as logo­mar­cas e o nome Red Hat para não infrin­gir nenhuma licença de uso.

Uma vez que a Red Hat dis­po­ni­bi­liza seus códi­gos fon­tes, o que a comu­ni­dade Cen­tOS faz é compilá-los, dis­tri­buindo um RHEL grá­tis para qual­quer um que dese­jar usá-lo.

Cada Cen­tOS é 100% com­pa­tí­vel à sua con­tra­parte RHEL, isso sig­ni­fica que o Cen­tOS 5.1 é com­pa­tí­vel com o RHEL 5.1, assim como o 5.0 é 100% com­pa­tí­vel com o RHEL 5.0 e daí por diante.

A equipe Cen­tOS não perde tempo e tra­ba­lha de maneira muito com­pe­tente para man­ter o Cen­tOS sem­pre em sin­cro­nia com o RHEL, tanto que para cada atu­a­li­za­ção lan­çada para o RHEL, leva no máximo 72 horas para que a mesma esteja dis­po­ní­vel nos repo­si­tó­rios do CentOS.

Ao con­trá­rio do Fedora, o Cen­tOS não conta com o patro­cí­nio da Red Hat e é total­mente man­tido e patro­ci­nado por uma comu­ni­dade de pro­fis­si­o­nais e empre­sas volun­tá­rios que con­tri­buem com doa­ções ou com tra­ba­lho espe­ci­a­li­zado, tor­nando o Cen­tOS possível.

Esta­bi­li­dade:

Os softwa­res que vêm no Cen­tOS são tão está­veis quanto os softwa­res que vêm no RHEL. Ape­nas dizer isso já seria uma garan­tia de que o sis­tema é sólido e de que cada soft­ware, antes de ser colo­cado na dis­tri­bui­ção, foi tes­tado exaus­ti­va­mente para garan­tir a segu­rança e a fun­ci­o­na­li­dade. Isso, é claro, tam­bém sig­ni­fica que o Cen­tos não vem com os softwa­res mais atu­ais; em vez disso ele troca o cará­ter expe­ri­men­ta­dor do Fedora por um cará­ter conservador.

Cen­tOS desktop/estação de trabalho/servidor:

Assim como o Fedora, Cen­tOS tam­bém pode ser mudado sim­ples­mente escolhendo-se um per­fil durante a ins­ta­la­ção. Basta adi­ci­o­nar alguns pou­cos repo­si­tó­rios para tor­nar seu Cen­tOS, natu­ral­mente sério e rigo­roso, numa esta­ção de tra­ba­lho diver­tida e bonita. O Cen­tOS 5,1 é o equi­va­lente a um Fedora Core 6 muito está­vel e ele já vem pronto para ser um ser­vi­dor que fun­ci­one em pro­du­ção, neces­si­tando ape­nas ser con­fi­gu­rado de acordo com as neces­si­da­des do pro­fis­si­o­nal. Ao con­trá­rio do Fedora, o ciclo de vida do Cen­tOS é longo e cada ver­são recebe atu­a­li­za­ções por incrí­veis 7 anos. Isso sig­ni­fica que seu ser­vi­dor usando Cen­tOS 5 vai con­ti­nuar rece­bendo pat­ches e upda­tes até 2014. Se você é uma empresa média ou pequena e que não pode (ou quer) arcar com os cus­tos de um RHEL, mas deseja um sis­tema está­vel e de nível Enter­prise, Cen­tOS é a sua melhor esco­lha, mas, é claro, ao abrir mão de pagar pelo RHEL você tam­bém abre mão de ter uma empresa que lhe dê todo o suporte e passa a con­fiar na ajuda da comu­ni­dade Cen­tOS que dis­po­ni­bi­liza docu­men­ta­ção em sites e ajuda em fóruns.

O que a Red Hat pensa sobre o CentOS?

Embora a Red Hat não esteja ligada ao Cen­tOS de nenhuma forma, ela vê com bons olhos a ini­ci­a­tiva e chega a recomendá-lo em alguns casos. Eu só soube o que o Cen­tOS real­mente era quando come­cei a me pre­pa­rar para o Exame de RHCE e fui pro­cu­rar manei­ras de estu­dar o Red Hat Enter­prise Linux sem usar nada que fosse “pirata” ou ile­gal. Fiquei sur­preso ao ler que a pró­pria Red Hat reco­menda que pro­cu­rás­se­mos por dis­tri­bui­ções como o Cen­tOS para levar adi­ante os estu­dos sem ter que pagar os pre­ços de uma dis­tri­bui­ção enterprise.

Por fim, ainda falando sobre o Cen­tOS, se você tem uma empresa que usa Cen­tOS ou se você é um pro­fis­si­o­nal que pro­cura uma boa (e está­vel) solu­ção, con­si­dere con­tri­buir para a Comu­ni­dade Cen­tOS com doa­ções finan­cei­ras ou con­tra­tando ser­vi­do­res dedi­ca­dos. Isso é muito menos do que você paga­ria para usar o RHEL e vai garan­tir que o Cen­tOS terá uma vida longe (e prós­pera). Se qui­ser cola­bo­rar de alguma forma, veja como pro­ce­der AQUI.

Red Hat

A Red Hat come­çou suas ati­vi­da­des em 1995, com Bob Young e Mark Ewing. O Red Hat 1 teve o codi­nome Hal­loween e foi o pri­meiro passo dado por uma empresa que se tor­na­ria uma das mai­o­res do soft­ware livre no mundo. O nome Red Hat vem de uma his­tó­ria inte­res­sante: Mark Ewing gos­tava de usar um cha­péu ver­me­lho e sem­pre que era pro­cu­rado diziam para falar com o “cara do cha­péu ver­me­lho”. O nome veio naturalmente.

O sis­tema Red Hat pode ser adqui­rido gra­tui­ta­mente quando você baixa o Cen­tOS, mas o dife­ren­cial é o ser­viço. A Red Hat tem uma equipe com­posta por enge­nhei­ros e téc­ni­cos que pas­sam por tes­tes extre­ma­mente rigo­ro­sos durante a capa­ci­ta­ção. O exame para RHCE tem a dura­ção de 6 horas e é uma mis­tura de situ­a­ções teó­ri­cas e prá­ti­cas que coloca o pro­fis­si­o­nal em uma situ­a­ção de stress e pres­são, tudo para garan­tir que, depois de apro­vado, poderá pro­ver o melhor serviço.

O aten­di­mento é per­so­na­li­zado ao extremo e chega ao ponto de você, como cli­ente, poder pas­sar as suas espe­ci­fi­ca­ções de hard­ware para rece­ber um Red Hat com ker­nel recom­pi­lado espe­ci­al­mente para o seu uso.

O RHEL é um sis­tema ope­ra­ci­o­nal reco­men­dado para gran­des empre­sas que rodam apli­ca­ções vitais e não podem abrir mão de um suporte extre­ma­mente espe­ci­a­li­zado, 24 horas por dia. Os ser­vi­ços são caros (podendo ir de US$ 80 até alguns milha­res de dóla­res), mas a Red Hat tem como meta a exce­lên­cia nos ser­vi­ços que presta.

E então? Qual o seu per­fil? :)

Links Inte­res­san­tes

Pro­jeto Fedora

Cen­tOS BR

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