Papéis de parede do Fedora 12

O Fedora 12 já vem se apro­xi­mando do alfa e tomando forma de pouco em pouco. Essa rele­ase dá sinais de que vai bater forte na tecla da vir­tu­a­li­za­ção e nas ino­va­ções da rede, mas não é disso que vim falar. Muito foi apren­dido com o lan­ça­mento do fedora 11 e seu papel de parede de leão “sem leão”. A mai­o­ria dos inte­res­sa­dos se lem­bra deque o papel de parede esco­lhido para o F11 tinha um leão sob o tra­di­ci­o­nal fundo azul mas que, aos 45 do segundo tempo, alguém per­ce­beu que o leão era por demais cha­ma­tivo e que isso aca­ba­ria “cha­pando” os ícones.

Para o Fedora 12 o pes­soal está capri­chando e a arte, muito mais pre­ca­vida, já está muito adi­an­tada, che­gando à fase final de esco­lha dos wall­pa­pers. Não é de agora que o Fedora tra­ba­lha com diver­sos papéis de parede: o ofi­cial e os “extra”, dando a pos­si­bi­li­dade de esco­lher aquele outro con­ceito que você achou mais legal e que, por azar, não virou o papel de parede default.

Por incrí­vel que pareça, dessa vez as esco­lhas estão muito inte­res­san­tes e eu con­cordo com quase todas. A arte feita pela Mái­rín Duffy ficou muito bonita e mere­cia ir para a final da sele­ção pra o “default”, mas a arte do meu amigo Jayme Ayres, que está cotado para ser um dos “extra” mere­cia estar como can­di­dato a default no lugar do sim­ples “Mosaic”.

To gos­tando.

Dis­pu­tando o título de “default”

Dis­pu­tando o título de “extra”

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Um menu melhor para o GNOME

Não tenho muito tempo nos últi­mos meses para me dedi­car ao Fedora (nem ao meu blog), mas, como sur­giu a neces­si­dade de melho­rar um pouco a apa­rên­cia do GNOME fiz algu­mas pes­qui­sas, perdi algu­mas horas e decidi come­çar pelo menu.

Veri­fi­quei que há uma apro­xi­ma­ção inte­res­sante para um menu mais boni­ti­nho feito pelo pes­soal do Gno­Menu, tes­tei e já ini­ciei o empa­co­ta­mento para o Fedora. Minha pre­o­cu­pa­ção aqui, con­fesso, é o pro­fis­si­o­na­lismo das pes­soas envol­vi­das no pro­jeto: havia diver­sos arqui­vos de bac­kup junto ao código fonte for­ne­cido pelo ups­tream e o código não me parece muito capri­chado (com diver­sos scripts vindo sem o shebang).

De qual­quer forma, o pacote está feito, já está sub­me­tido à revi­são e o Pro­jeto fedora, caso ache rele­vante, vai dar algu­mas dicas de como pro­ce­der com os evi­den­tes “des­cui­dos” do ups­tream. O menu fun­ci­ona, não faz nenhuma modi­fi­ca­ção drás­tica no sis­tema e você pode instalá-lo (e desinstalá-lo) sem medo. Quem qui­ser tes­tar, deixo aqui o RPM.

Gno­Menu (202)

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O Yahoo! e seu novo site

Ines­pe­ra­da­mente o site do Yahoo (nos EUA) apa­re­ceu com novi­da­des hoje e ao que tudo indica a estra­té­gia da CEO Carol Bartz de tor­nar o Yahoo um cani­vete suíço/agregador de uti­li­da­des está sendo levada a sério por lá.

Um fato inte­res­sante é que a página do Yahoo era (não sei se con­ti­nua sendo) a página mais aces­sada do mundo, com bilhões (sim, bilhões!) de aces­sos por dia. Além disso é uma das pági­nas mais bem fei­tas que estão no ar, com uma cons­tru­ção téc­nica impe­cá­vel (do ponto de vista de um webmaster).

Os novos recur­sos estão incluindo dina­mismo a toda a página, per­mi­tindo que o usuá­rio (nós) adi­ci­o­ne­mos nosso pró­prio con­teúdo, tenha­mos um resumo das notí­cias, índi­ces finan­cei­ros ou qual­quer boba­gem que nos agrade sem pre­ci­sar mudar de página, com um tipo de “visu­a­li­za­dor embu­tido”, abrindo uma jane­li­nha pera que você leia tudo ali mesmo.

Cha­mou minha aten­ção a pos­si­bi­li­dade de ver o e-mail pela página ini­cial e – pas­mem! — você pode adi­ci­o­nar o gad­get para visu­a­li­zar o Gmail e o AOL Mail.

São boas notí­cias para quem gosta do Yahoo, mas o pro­blema é que o Bra­sil con­ti­nua sendo um país muito atra­sado e tere­mos que con­ti­nuar a espe­rar inde­fi­ni­da­mente que as novi­da­des atin­jam o idi­oma lusó­fono… ou usar a página em inglês mesmo.

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Mais tempo de vida para o Fedora

Um assunto que já até virou piada nas lis­tas de dis­cus­são de desen­vol­vi­mento do Fedora é o aumento do ciclo de vida de cada uma das nos­sas rele­a­ses, mas dessa vez, gra­ças aos esfor­ços her­cú­leos e à paci­ên­cia de Jeroen van Meeuwen existe grande pos­si­bi­li­dade de que, a par­tir do Fedora 12 haja um acrés­cimo de lon­ge­vi­dade na dis­tro favo­rita dos Fedorans.

Sem que­rer puxar sar­di­nha para o meu lado, mas acho o Fedora uma dis­tro exce­lente para con­fi­gu­rar ser­vi­do­res. As tec­no­lo­gias dis­po­ni­bi­li­za­das pelo Pro­jeto estão reple­tas das faci­li­da­des que só um pen­sa­mento atu­a­lís­simo pode dar. Esta­mos falando de usar a ver­são mais recente do MySQL, com jus­ta­mente aquela fea­ture super legal que você pre­cisa e que vai tes­tar com empol­ga­ção, mas… você usa­ria um Fedora para mon­tar seu ser­vi­dor, mesmo sabendo que den­tro de 13 meses ele será con­si­de­rado morto pelo Pro­jeto Fedora e dei­xará de rece­ber updates?

Admi­nis­tra­do­res mais rela­xa­dos dirão que não há pro­blema nisso (eu mesmo ainda tenho máqui­nas rodando Fedora Core 3 e que nunca me deram pro­blema), mas alguns admi­nis­tra­do­res, que lidam com dados sigi­lo­sos e “ape­ti­to­sos” para hac­kers mal inten­ci­o­na­dos não podem dei­xar de sen­tir cala­frios só de ima­gi­nar suas máqui­nas desa­tu­a­li­za­das em con­tato com a grande rede.

É por isso que, par­ti­cu­lar­mente, sem­pre achei um grande des­per­dí­cio ter o Fedora com todo esse poten­cial e não poder usá-lo em ser­vi­do­res que cor­rem grande risco de inva­são. A melhor alter­na­tiva é o exce­lente CentOS/Red Hat EL com seus 7 anos de suporte, mas o Cen­tOS mais atual (5.3) é o equi­va­lente ao nosso Fedora Core 6 e para nós, que usa­mos o Fedora 11, sem­pre fica alguma sen­sa­ção de perda. Como diz meu amigo Igor Soa­res, “o Fedora de hoje é o Red Hat de amanhã”.

E por­que o Pro­jeto Fedora tra­ba­lha assim? Um fedora a cada seis meses e um ciclo de vida de 13 meses para cada release?

Bem, isso está dire­ta­mente rela­ci­o­nado com o motivo de ser do Fedora: mover-se rápido con­forme as tec­no­lo­gias vão sur­gindo e mos­trar para a Red Hat o que há de melhor para adi­ci­o­nar ao seu pro­duto de nível enter­prise, o RHEL. Com isso em mente, o tempo de vida de cada Fedora é bas­tante curto por­que, a rigor, não existe motivo para con­ti­nuar se pre­o­cu­pando com uma rele­ase já tes­tada, apri­mo­rada e subs­ti­tuída por outra mais recente. Unindo-se a isso o fato de que cada man­te­ne­dor pre­cisa cui­dar de seus paco­tes para cada um dos Fedo­ras “ati­vos”, a quan­ti­dade limi­tada de pes­soal e a grande demanda de infra-estrutura é fácil per­ce­ber o porquê de um ciclo tão curto.

Mas, é como disse antes: um Fedora tem cer­tas qua­li­da­des que o CentOS/RHEL ainda não tem e muita gente (inclu­sive eu), con­ti­nua pedindo por um Fedora mais lon­gevo sem­pre que a opor­tu­ni­dade surge.

No dia 4 de julho Jeroen van Meeuwen res­sus­ci­tou o assunto e veio com mais que pala­vras; já havia pro­posto o “exten­ded life time” como uma fea­ture para o Fedora 12 e tra­zia bons e paci­en­tes argu­men­tos para quase todas as difi­cul­da­des téc­ni­cas apre­sen­ta­das. Como resul­tado de todo o tra­ba­lho o Fedora Board (a lide­rança do Pro­jeto) come­çou a con­si­de­rar seri­a­mente a pos­si­bi­li­dade de man­ter as atu­a­li­za­ções de segu­rança por mais algum tempo.

O que resta saber agora é se haverá volun­tá­rios o sufi­ci­ente para tor­nar o ELT uma coisa pra­ti­cá­vel e deci­dir quanto mais de tempo será adi­ci­o­nado à vida do Fedora. Ouvi falar em adi­ci­o­nar 6 meses, mas torço por um suporte de 2 anos. Sou um oti­mista. :-)

Segue em anexo a dis­cus­são do tópico e vou ficar aqui fazendo figa: 2 anos! 2 anos! 2 anos!

Fea­ture pro­po­sal: Exten­ded Life Cycle Sup­port (131)
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As pessoas preferem GNOME?

Se você é um fã do KDE, amigo lei­tor, pode achar o título bas­tante pro­vo­ca­tivo e injusto, mas até eu me sur­pre­endi com deter­mi­na­dos dados que pude reu­nir durante os últi­mos meses e que me ale­gro em com­par­ti­lhar aqui no meu blog.

No iní­cio de 2009 a Pre­fei­tura da cidade de Para­cambi (RJ), onde tra­ba­lho come­çou a ensaiar os pri­mei­ros pas­sos para a “dança da migra­ção” rumo ao soft­ware livre. O assunto “migra­ção” em si é bas­tante conhe­cido e a inter­net está coa­lhada de links con­tando casos e dicas para quem tem uma empresa e pre­tende migrar; aliás, aqui mesmo escrevi um post sobre o assunto onde resu­mia um pouco daquilo que aprendi com o tempo em diver­sas situações.

Como estou che­fi­ando a migra­ção e isso, con­se­quen­te­mente, coloca o meu tra­seiro na reta, estu­dei com cui­dado as dis­tros que iría­mos usar e o nosso público alvo. O medo em usar Fedora era jus­ta­mente o curto período de vida: ficar sem upda­tes depois de 13 meses é mesmo um argu­mento muito forte con­tra a apli­ca­ção prá­tica do Fedora, mas, em desk­tops, isso é quase irre­le­vante já que as máqui­nas ficam den­tro de uma rede pro­te­gida por firewalls.

Nos ser­vi­do­res, Fedora nem pen­sar! Se por um lado o desk­top pode muito bem viver sem atu­a­li­za­ções um ser­vi­dor não pode se dar a esse luxo; por esse motivo, Fedora nos ser­vi­do­res é impra­ti­cá­vel e esco­lhe­mos o Cen­tOS. Cri­a­re­mos um repo­si­tó­rio para os nos­sos Fedo­ras e todas as atu­a­li­za­ções que dese­jar­mos serão con­tro­la­das por ali. A dobra­di­nha CentOS/Fedora foi esco­lhida jus­ta­mente pela faci­li­dade de inte­gra­ção e, em segundo lugar, pela fami­li­a­ri­dade que já tenho.

O ponto fun­da­men­tal aqui, entre­tanto, foram as pes­soas. Era pre­ciso estu­dar os usuá­rios para deter­mi­nar em qual per­fil se enqua­dra­vam e ten­tar, dessa maneira, redu­zir a curva de apren­di­zado no máximo possível.

Minha pri­meira dúvida foi: GNOME ou KDE? Embora eu seja usuá­rio GNOME e tenha sido um dos que joga­ram pedras no KDE 4.0, admito que o KDE 4.2 está exce­lente, bonito e fun­ci­o­nal. A melhor saída me pare­ceu a pes­quisa de campo. Duas máqui­nas de hard­ware seme­lhante, uma com KDE e outra com GNOME e as pes­soas, depois de dois dias, diriam qual gos­ta­ram mais.

Ten­tei influ­en­ciar o mínimo pos­sí­vel, por exem­plo, jamais dizendo que uso GNOME e sem dar nenhum trei­na­mento: a expe­ri­ên­cia deve­ria ser o mais crua pos­sí­vel com o usuá­rio sozi­nho e usando seu pró­prio cére­bro para encon­trar e exe­cu­tar as coisas.

Ao con­trá­rio do que eu ima­gi­nava, ape­nas 1/3 dos usuá­rios pre­fe­riu o KDE e os outros 2/3, que esco­lhe­ram GNOME, ale­ga­ram que o KDE é bas­tante con­fuso, com espe­cial ênfase no menu.

A mai­o­ria deu sinais de que não explora o desk­top e que ficam foca­dos ape­nas na tríade office/MSN/internet, sem inte­resse em coi­sas como beleza, plas­moids ou efei­tos de tran­si­ção. Na ver­dade, os mui­tos adi­ti­vos do KDE. 4.2 foram con­si­de­ra­dos um obs­tá­culo para suas neces­si­da­des simples.

A expli­ca­ção dada pelos usuá­rios era que o GNOME é mais “sim­ples” mas tam­bém repa­rei que a mai­o­ria fez uma coisa inte­res­sante: pega­ram a barra supe­rior do GNOME e a colo­ca­ram na parte de baixo, ficando com duas bar­ras infe­ri­o­res. A solu­ção esco­lhida foi desen­vol­ver um tema sim­ples para GNOME que se pare­cesse com o Win­dows XP: uma barra infe­rior azul, ícones no estilo do Luna e papel de parede com uma pai­sa­gem de gra­mado verde.

O fato é que a mai­o­ria dos usuá­rios sequer se importa com o sis­tema ope­ra­ci­o­nal que estão usando por­que tem uma visão afu­ni­lada do desk­top, ou seja, quando abrem um apli­ca­tivo o res­tante do desk­top “desaparece”.

A migra­ção vai ser gra­da­tiva e, pelo menos assim espero, suave e sem trau­mas. O pri­meiro setor migrado deu um resul­tado melhor do que o espe­rado não regis­trando nenhuma cha­mada para suporte ao nosso GNOME-XP até agora (4 semanas).

  • Total de pes­soas pes­qui­sa­das: 50 aproximadamente.
  • Dura­ção da pes­quisa: Pouco mais que 1 mês
  • Faixa etá­ria: 23 a 60 anos
  • Os usuá­rios que pre­fe­ri­ram KDE: eram em mai­o­ria pes­soas mais jovens e com mais desen­vol­tura diante do teclado.
  • Os usuá­rios que pre­fe­ri­ram GNOME: abran­giam quase todas as pes­soas de mais idade ou que, nor­mal­mente, não esta­vam inte­res­sa­das em ter mais inti­mi­dade com o computador.
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Responda essa enquete: para ganhar muito dinheiro você abandonaria o software livre?

A per­gunta é bem sim­ples: você lar­ga­ria o soft­ware livre (Linux, Ope­nOf­fice, Fire­fox, tudo…) se lhe ofe­re­ces­sem muito dinheiro?

Se pre­ci­sar de um con­texto ima­gine o seguinte: você teve uma desas idéias idi­o­tas que vira­ram febre na inter­net (twit­ter, milliondollarhomepage.com etc…) e uma empresa que tra­ba­lha com código fechado o con­vida a juntar-se a eles, mas, vai ter que “ves­tir a camisa” e virar garoto-propaganda. A quan­tia de dinheiro é por­no­grá­fica. Você aceita?

Seja sin­cero na sua res­posta. :-) Nin­guém aqui vai dizer que você traiu o movi­mento, véio!

P.S.:

Opa, opa! Quem assi­nar o con­trato não vai mais poder usar SL nem em casa. É que nem o Ronaldo que não pode cor­tar o cabelo.

Para ganhar muito dinheiro você aban­do­na­ria o soft­ware livre?

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patinhas

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E o codinome do Fedora 12 é.…

constantine

Cons­tan­tine.

Isso, é claro, não foi nenhuma sur­presa com­pa­rado às porc… aos outros nomes que par­ti­ci­pa­ram da votação.

1. Constantine	1167
- --[ Cut Off ] --
2. Umbria	 941
3. Orville	 792
4. Rugosa	 740
5. Chilon	 530
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Um Yahoo Mail turbinado

Muita gente vai dis­cor­dar de mim, mas acho o Yahoo Mail melhor que o Gmail. A grande iro­nia aqui é que já admiti faz tempo a supe­ri­o­ri­dade latente do e-mail do Goo­gle, que, lite­ral­mente, faz lou­cu­ras para ino­var na forma de se ler e-mails e parece uma força quase irre­sis­tí­vel para quem (assim como eu) recebe e envia deze­nas (ou cen­te­nas) de e-mails todo dia.

O ser­viço do Yahoo ganha em con­fi­a­bi­li­dade, mas no que­sito pra­ti­ci­dade, parece ter ficado com os con­cei­tos usa­dos ainda na época dos cli­en­tes de e-mail, de ter que bai­xar as men­sa­gens para o PC antes de encher os 4 MB da caixa de entrada enquanto batia-se um papi­nho nas salas do extinto MSN (alguém lem­bra?). Essas dife­ren­ças ficam ainda mais gri­tan­tes por­que o Gmail apre­senta ino­va­ções numa velo­ci­dade ver­ti­gi­nosa e o Yahoo vai, vaga­ro­sa­mente, se dei­xando passar.

Faz alguns meses que, no entanto, fiquei sabendo de mudan­ças no Yahoo Mail e come­mo­rei por­que, ape­sar de admi­tir que o Gmail é legal, algo nele me inco­moda (devo ter pegado birra depois de ser saca­ne­ado quando mais pre­ci­sei do ser­viço)… enfim, o Gmail é aquela mulher bonita, moder­ni­nha, de mente aberta e que ás vezes você se pega pen­sando: “esse diabo de mulher vai me dar dor de cabeça”. Tem quem goste. :-P

Então, eu estava diva­gando nas metá­fo­ras de novo? O assunto aqui são as ino­va­ções do Yahoo Mail: fui fuçar no blog de desen­vol­vi­mento do ser­viço o que vem por aí e gos­tei muito do que encon­trei. Con­fira: Con­ti­nue rea­ding ‘Um Yahoo Mail turbinado’

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1Step-Install novo na área

Muita gente já sabe que aqui no blog dis­po­ni­bi­lizo há algum tempo os scripts que fiz para ins­ta­lar meus codecs e plu­gins de maneira pre­gui­çosa e des­com­pli­cada. A inten­ção, nem de longe, é criar um soft­ware famoso e usado por milha­res de pes­soas. Ao con­trá­rio, as ambi­ções são modes­tas (se é que exis­tem). O 1Step-Install é muito espe­cí­fico: codecs e plu­gins; oi escrito, a prin­cí­pio ape­nas para mim, mas pode­ria aca­bar aju­dando outros (tão pre­gui­ço­sos quanto eu).

Se você quer um soft­ware que con­fi­gure o seu sis­tema inteiro de uma forma inte­ra­tiva, pro­cure o easy­Life, mas se você, sim­ples­mente quer seus recur­sos mul­ti­mí­dia fun­ci­o­nando e não quer saber de ficar res­pon­dendo “Sim” e “Não”, tal­vez os scripts lhe ajudem.

Nem pre­cisa ir muito longe: baixe o 1Step-Install AQUI MESMO.

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Primeiro contato com o Fedora 11 final

Che­guei a dizer aqui que o Del­taRPM era a minha fea­ture mais espe­rada e, real­mente, foi a pri­meira coisa que vim testar.

Logo deo­pis de ins­ta­lado, o Fedora 11 apre­sen­tou 61 paco­tes a serem atu­a­li­za­dos (boa chance de tes­tar o Del­taRPM). Pri­meiro, ative o yum-presto, que é o pugin de Del­tas para o YUM:

su -c 'yum install yum-presto'

Depois atu­a­lize nor­mal­mente. Pra mim o resul­tado foi muito posi­tivo. :-)

Size of all updates downloaded from Presto-enabled repositories: 17M
Size of updates that would have been downloaded if Presto wasn't enabled: 81M
This is a savings of 80 percent

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